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<title>Departamento de Psicologia</title>
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<dc:date>2026-04-30T21:03:01Z</dc:date>
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<title>Fidelidade de implementação das intervenções da estimulação de habilidades socioemocionais de crianças na educação infantil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268885</link>
<description>Fidelidade de implementação das intervenções da estimulação de habilidades socioemocionais de crianças na educação infantil
Zago, Enzo Avila
A Cognição Social (CS) é um elemento central no desenvolvimento socioemocional e manutenção das relações em sociedade. Nas crianças, mostra-se influenciando sua capacidade de interação, regulação emocional e compreensão das normas sociais. O seguinte estudo teve como objetivo analisar a fidelidade e usabilidade de instrumentos socioemocionais em crianças do último ano da educação infantil a partir da introdução de uma intervenção baseada em jogos e a percepção dos aplicadores (professoras) acerca dos jogos. Participaram 38 professoras atuando no último ano de educação infantil de Florianópolis (SC) e Juiz de Fora (MG). Foram utilizados os jogos "Caçadores de Emoções" e "Trilhas da Vida" como ferramentas pedagógicas para estimular o reconhecimento e a regulação das emoções. A satisfação e fidelidade foram testadas mediante a resposta de um questionário e analisada no software Jamovi. Os instrumentos mostraram-se fidedignos à elaboração.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Cieências Humanas. Departamento de Psicologia.
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<dc:date>2025-09-16T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268772">
<title>Análise das características estruturais e funcionais das redes sociais significativas de pais ou responsáveis por crianças e adolescentes em seus contextos de vida durante a  pandemia de COVID-19</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268772</link>
<description>Análise das características estruturais e funcionais das redes sociais significativas de pais ou responsáveis por crianças e adolescentes em seus contextos de vida durante a  pandemia de COVID-19
Ferreira, Maria Julia Dias
Durante a pandemia de COVID-19, famílias em situação de vulnerabilidade social enfrentaram desafios que extrapolaram a esfera sanitária, afetando diretamente suas dinâmicas cotidianas, sendo intensificados por desigualdades estruturais. Nesse contexto, redes sociais significativas assumiram papel essencial no suporte a pais ou responsáveis por crianças e adolescentes. Este estudo teve como objetivo analisar as características estruturais e funcionais dessas redes, considerando seus contextos de vida em comunidades vulneráveis de Florianópolis-SC. A pesquisa está vinculada a um projeto de mestrado em Psicologia do Laboratório de Psicologia da Saúde, Família e Comunidade (LABSFAC/UFSC) e foi desenvolvida entre setembro de 2024 e agosto de 2025. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório-descritivo, transversal e retrospectivo. Participaram 11 adultos responsáveis por crianças e adolescentes, recrutados por meio de projetos sociais e a técnica snowball. A coleta de dados ocorreu de forma presencial e online, utilizando dois instrumentos: o Questionário Sociodemográfico e o Mapa de Rede. A análise dos dados seguiu o modelo de Sluzki, contemplando aspectos estruturais (tamanho, composição, dispersão, homogeneidade/heterogeneidade) das redes e funcionais (apoio emocional, companhia social, ajuda material, entre outros) dos vínculos das redes. Os resultados indicaram que para os participantes, durante a pandemia de COVID-19, ocorreu a predominância de redes de tamanho médio, com maior frequência de vínculos com pessoas do gênero feminino e familiares. As funções mais frequentes foram ajuda material e de serviços, apoio emocional e companhia social. As redes da comunidade também se destacaram como fontes de suporte, especialmente diante da ausência ou demora na resposta do Estado para as necessidades de apoio dos participantes. Observou-se o protagonismo das mulheres no cuidado, evidenciando sobrecarga e desigualdades de gênero. A função de acesso a novos contatos foi pouco mencionada, refletindo os efeitos do isolamento social sobre a expansão das redes no período pandêmico. Para as pessoas que já viviam em contextos de vulnerabilidade social,  a prevalência de relações íntimas reforçou o papel que as redes sociais significativas mais próximas tiveram como fontes de proteção, mas também indicou algumas fragilidades na ampliação de contatos e oportunidades em contextos de crise sanitária. No geral, o estudo demonstrou a importância das redes sociais significativas como fator protetivo e de resiliência para as famílias em situação de vulnerabilidade. A compreensão da estrutura e funcionamento das redes de apoio de pais ou cuidadores de crianças e adolescentes que vivem em contextos vulneráveis, especialmente em momentos de crise e estresse, pode oferecer subsídios para a integração de diferentes setores, como saúde, educação e assistência social, na elaboração de respostas mais consistentes de amparo às famílias.
Iniciação Científica (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Psicologia
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268764">
<title>Caracterização das intervenções psicológicas em cuidados paliativos pediátricos e em fim de vida</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268764</link>
<description>Caracterização das intervenções psicológicas em cuidados paliativos pediátricos e em fim de vida
Schneider, Ana Carolina
Os Cuidados Paliativos Pediátricos (CPP) devem ser reconhecidos como um direito humano e iniciados a partir do diagnóstico de doenças graves e sem perspectiva de cura  que acometem crianças e adolescentes. Visam aliviar o sofrimento físico, psicológico, social e espiritual de pacientes pediátricos, bem como apoiar suas famílias. Nesse cenário, a participação do psicólogo assume papel significativo, embora ainda haja carência tanto de serviços estruturados, quanto de formação especializada. Este estudo buscou caracterizar as intervenções psicológicas em CPP e fim de vida, realizadas por psicólogos paliativistas pediátricos. Para tanto, considerou-se os referenciais teóricos, as técnicas utilizadas, os mecanismos de ação, os resultados esperados e os modos de oferta das intervenções psicológicas. Adotou-se delineamento qualitativo, descritivo e exploratório, com a participação de 13 psicólogas atuantes na área. A coleta de dados foi realizada em formato on-line, por meio de questionário sociodemográfico e entrevista em profundidade. A análise dos dados ocorreu através de Análise Temática Reflexiva, com apoio do software ATLAS.ti Web 25. Os achados evidenciaram um conjunto diversificado de intervenções, que foram organizadas em quatro categorias temáticas: Conteúdo, Mecanismo proposto, Resultados alvo e Método de entrega. Identificou-se que, em relação ao Conteúdo, as intervenções psicológicas foram descritas através de suporte clínico-relacional; orientação e pactuação de cuidados; gestão e controle do sofrimento; e significação da despedida. Referente ao Mecanismo proposto, a mediação expressiva e espiritual; a autorregulação e alívio sintomático; e a continuidade do cotidiano foram as formas mencionadas. Com relação ao Resultado alvo, observou-se que as decisões compartilhadas; o bem estar emocional e físico; e a dimensão biopsicossocial foram os desfechos citados pelas participantes. Já em termos de Método de entrega,  a modalidade individual foi prevalente, a frequência de atendimentos foi variável, a condução da intervenção pelo psicólogo foi a mais frequente, e o referencial teórico da Psicanálise o mais citado. O local de realização das intervenções psicológicas foi predominantemente o hospital e os materiais e recursos (lúdicos, gráficos e interativos), somados aos registros memoriais e aos legados afetivos, foram os mais destacados pelas participantes. Conclui-se que as intervenções psicológicas em CPP se caracterizam pela multiplicidade de abordagens e pela centralidade na integralidade do cuidado, orientada para a redução do sofrimento e a construção de significados. Apesar da relevância dessas práticas, ainda persistem lacunas na formação especializada, indicando a urgência de investimentos em capacitação profissional e no avanço das pesquisas na área.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Humanas e Filosofia.&#13;
Nome do Departamento de Psicologia.
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<dc:date>2025-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268737">
<title>Homoparentalidade e Comportamento Infantil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268737</link>
<description>Homoparentalidade e Comportamento Infantil
Santos, Maria Clara Pinheiro
A homoparentalidade constitui uma configuração familiar cada vez mais presente na sociedade contemporânea, mas que ainda enfrenta estigmas associados a preconceitos de base heteronormativa. Pesquisas apontam que a parentalidade exerce papel fundamental no desenvolvimento infantil, funcionando tanto como fator de proteção quanto de risco, e que isso independe da orientação sexual dos cuidadores. A parentalidade positiva marcada por afeto e corregulação está relacionada ao ajustamento socioemocional e ao bem-estar da criança. Por outro lado, dificuldades de manejo, inconsistência ou ausência de suporte se associam a comportamentos desafiadores e problemas emocionais nas crianças. Este estudo teve como objetivo investigar a relação entre a parentalidade de casais homoafetivos biparentais e o comportamento infantil. Participaram 21 mães em relacionamentos homoafetivos, com filhos entre 3 e 11 anos, que responderam ao Inventário Multidimensional de Parentalidade (IMP) e ao Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ). A coleta foi realizada de forma online e os dados foram analisados por estatísticas descritivas e correlação de Spearman. Os resultados revelaram correlações significativas entre Confirmação Afetuosa e dimensões de Cuidado Básico, Co-regulação e Estimulação, confirmando achados da literatura sobre a importância de práticas parentais que validam sentimentos, fornecem suporte emocional e estimulam cognitivamente a criança. Também foi observada correlação significativa entre Hiperatividade e Sintomas Emocionais, além de associação quase significativa com Problemas de Relacionamento com Pares, em consonância com estudos que apontam sobreposição entre hiperatividade, desregulação emocional e dificuldades sociais. Contudo, algumas correlações entre Hiperatividade e práticas parentais positivas divergiram do esperado, sugerindo a influência do tamanho amostral reduzido ou de particularidades da população estudada. De modo geral, os achados reforçam que o desenvolvimento infantil é mais fortemente influenciado pela qualidade das práticas parentais do que pela configuração familiar em si. Conclui-se que famílias homoafetivas oferecem contextos de cuidado tão saudáveis quanto famílias heteroafetivas, e que práticas parentais responsivas, consistentes e afetivas devem ser valorizadas como fatores de proteção essenciais para o ajustamento emocional, comportamental e social das crianças.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas&#13;
Departamento de Psicologia
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<dc:date>2025-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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