<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de Aquicultura</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209487</link>
<description/>
<pubDate>Fri, 01 May 2026 03:05:32 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-01T03:05:32Z</dc:date>
<item>
<title>Avaliacao de aditivos e dietas para a tilapia-do-nilo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212617</link>
<description>Avaliacao de aditivos e dietas para a tilapia-do-nilo
Rodrigues, Thas Cristina Barbosa
Já é conhecido que a inclusão de farinha de Aurantiochytrium sp. (FA), rica em ácido docosaexaenoico (DHA), na dieta aumenta o ganho em peso e eficiência alimentar em juvenis de tilápia-do-nilo, em temperatura subótima de criação (22 ºC). Este estudo avaliou o perfil de ácidos graxos (AG) corporais e do hepatopâncreas, retenção corporal de ácidos graxos, além de alterações morfofisiológicas no intestino e hepatopâncreas, quando FA foi incluída nas concentrações de 0,5; 1,0; 2,0 e 4,0 g 100 g-1 da dieta, por 87 dias. Uma dieta sem FA e outra com 2 g 100 g-1 de óleo de fígado de bacalhau (OFB) também foram avaliadas. Os peixes (8,47 ± 0.19 g) alimentados com dietas formuladas com FA apresentaram retenção linear crescente dos ácidos graxos da série n-3 no corpo e hepatopâncreas, principalmente de DHA. Consequentemente, as concentrações dos AG da série n-6, bem como dos grupos saturados e monoinsaturados, diminuíram. Já a retenção corporal dos AG da série n-3 diminuiu com a inclusão do aditivo, mas daqueles da série n-6, aumentou. Os índices viscerossomático e hepatossómatico, bem como a concentração de glicogênio no hepatopâncreas não foi alterada com a inclusão do aditivo. Adicionalmente, os peixes alimentados com FA apresentaram maior número de pregas e células caliciformes no intestino, mas não apresentaram alterações histológicas acentuadas no hepatopâncreas. Portanto, a FA pode ser considerada como um adequado substituto ao óleo de peixe, em rações de inverno para juvenis de tilápia-do-nilo, já que promove a retenção corporal de AG da série n-3, sem causar alterações metabólicas e/ou morfológicas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Aquicultura.
</description>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212617</guid>
<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Monogenoides parasitos de tilápia do Nilo como bioindicadores de qualidade ambiental em pisciculturas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212445</link>
<description>Monogenoides parasitos de tilápia do Nilo como bioindicadores de qualidade ambiental em pisciculturas
Rodrigues, Joseana da Cruz Ferreira
Parasitos da classe Monogenea são helmintos que podem ser encontradom tanto em habitats de água doce, salobra como marinho. Nos peixes, podem ser encontrados nas barbatanas, brânquias, cavidade bucal e narinas. Em vários cultivos os peixes se encontram em sistemas intensivos o que permite que a Monogenea se desenvolva rapidamente desempenhando assim um papel importante. Pois pode causar a morte dos peixes causando prejuízos financeiros ao produtor. O objetivo deste estudo foi observar como fatores abióticos (estação do ano e pluviosidade) e biótico (ontogenia) influenciam no parasitismo de Monogenea em tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus cultivadas em tanques-rede, em uma região tropical. Um total de 220 tilápias revertidas sexualmente para macho foram analisadas, sendo 20 peixes de cada estágio ontogenético coletados em cada estação do ano, perfazendo-se 60 juvenis (8,67±1,30 cm; 23,85±10,29 g), 80 intermediários (18,73±2,61 cm; 247,89±110,67 g) e 80 adultos (22,84±2,01 cm; 436,49±124,63 g). Os peixes foram coletados em uma piscicultura localizada na represa de Capivara, região do baixo rio Paranapanema, Paraná, Brasil (22º47’22.36”S, 51º17’46.53”W) durante os meses de abril (outono), agosto (inverno), novembro (primavera) de 2010 e fevereiro (verão) de 2011. Do total de 3290 parasitos encontrados parasitando as brânquias de tilápias do Nilo, seis espécies de Monogenea foram identificadas, sendo Cichlidogyrus halli Price &amp; Kirk 1967 (46,81%) a espécie mais prevalente durante todo o período analisado; seguida de C. thurstonae Ergens 1981 (40,45%), Scutogyrus longicornis Paperna &amp; Thurston 1969 (34,54%), C. cirratus Paperna 1964 (26,36%), C. sclerosus Paperna e Thurston 1969 (15,45%) e C. tilapiae Paperna 1960 (2,27%). Maiores valores das taxas parasitárias foram observados nas estações mais frias e com menores valores de pluviosidade: o outono (com uma pluviosidade total de 8,9 mm) teve os maiores valores dos índices parasitários e foi significativamente diferente (p&lt; 0,05) das demais estações do ano, considerando o total de parasitos Monogenea e também para cada espécie. Uma correlação negativa (r= -0,278680) foi registrada entre os parasitos Monogenea, as estações do ano e a pluviosidade. Com relação à ontogenia, uma correlação positiva (r= 0,287442) foi estabelecida entre o parasitismo por Monogenea e o estágio ontogenético, com os adultos apresentando uma carga parasitária maior, tanto para o total de Monogenea quanto para cada espécie. Através dos resultados obtidos, é possível estabelecer estratégias de manejo e controle sanitário adequados em pisciculturas, a fim de prever os períodos de alta taxa de infestação por Monogenea.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Agrárias.
</description>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212445</guid>
<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Avaliação de insumos agropecuários para utilização na aquicultura sustentável</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212211</link>
<description>Avaliação de insumos agropecuários para utilização na aquicultura sustentável
Lemes, Milena
Nos últimos cinquenta anos houve um crescimento expressivo na aquicultura mundial. Todo este crescimento pode ser concedido ao fato dessa atividade ser apontada como uma estratégia à segurança alimentar mundial, disponibilizando fontes de proteína mais rapidamente a população. Por isso, as práticas adotadas nas áreas extensas aquícolas, demandam de uma visão conjunta dos seus processos e procedimentos que se adaptam as práticas sustentáveis. Acredita-se que as questões ambientais são um ponto crítico em toda cadeia produtiva, sendo necessário prestar atenção aos riscos associados à superexploração dos recursos naturais, que podem ameaçar várias espécies e pôr em risco a própria atividade econômica. Sabe-se que a agricultura tem afetado o ambiente contribuindo com alterações do solo, da água e da qualidade da paisagem, ajudando para que haja alterações nos fatores climáticos globais. A vista disso, é necessário apresentar algumas alternativas viáveis de insumos agropecuários que de alguma forma podem contribuir para uma aquicultura sustentável. Por essa razão, realizou-se a busca de artigos nas seguintes bases bibliográficas eletrônicas: Science Direct, Web of Science, Infoteca, Google Acadêmico e Scielo, com período determinado de busca dos anos de 2000 a 2020. Alguns exemplos dos insumos agropecuários mais comentados é a produção de peixe e vegetais em sistema de Aquaponia que proporciona o uso da água mais eficiente, a Rizipiscicultura que integra a produção de arroz e peixe, a Rizicarcinocultura com a produção de arroz e camarão e a associação entre peixes e suínos que favorece a produção de proteína com baixo custo. Hoje a escolha por monocultivos ao invés de um sistema integrado ainda é muito frequente, por isso deve-se focar no incentivo da utilização de sistemas mais eficazes para o uso da água e de redução do impacto ambiental, realizando principalmente investimentos na área da pesquisa e divulgação das vantagens desses sistemas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Aquicultura.
</description>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212211</guid>
<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Efeito da salinidade, da dureza e do uso de anestésicos na criação e no transporte de juvenis de tainha, Mugil liza, obtidos em cativeiro</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212085</link>
<description>Efeito da salinidade, da dureza e do uso de anestésicos na criação e no transporte de juvenis de tainha, Mugil liza, obtidos em cativeiro
Strassburger, Rômulo Alves
Por suas características biológicas, espécimes da família Mugilidae apresentam grande potencial para criação em cativeiro. Apesar de não ser produzida comercialmente no Brasil, a tainha, pertencente a família Mugilidae, da ordem Perciformes e classe Actinopterygii, tem sido alvo de vários estudos que objetivam o desenvolvimento do seu pacote tecnológico de produção.&#13;
O objetivo deste trabalho foi determinar a salinidade adequada para a incubação de ovos dessa espécie, visando o cultivo em cativeiro. Foram realizados dois experimentos, primeiramente com as salinidades de 15, 20, 25, 30, 35 e 40 e na sequência, com as salinidades 30, 32, 34, 36 e 38, em triplicata. As melhores taxas de eclosão e sobrevivência de larvas no primeiro experimento foram testadas novamente no segundo.   &#13;
A salinidade com maiores taxas foi a 36. Não houve eclosão de ovos nas salinidades de 15 e 20. Na salinidade 40, os ovos eclodiram, porém, sobreviveram somente 11% das larvas. Recomenda-se que a incubação dos ovos desta espécie seja realizada em salinidade 36, na qual esta espécie provavelmente se reproduz no ambiente natural.&#13;
Como as condições não colaboraram para obtenção de todas as desovas de tainha no período previsto pelo Plano de Atividades da Bolsa, e sobretudo no primeiro semestre de 2020, utilizei neste Relatório dados obtidos em experimentos prévios  dos quais também pude participar.&#13;
Morgana Angelo. Efeito da salinidade na eclosão de ovos e sobrevivência de larvas de tainha Mugil liza. 2017. 29 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Engenharia de Aquicultura) - Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2017.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Aquicultura.
</description>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212085</guid>
<dc:date>2020-08-23T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
