<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Joinville - Departamento de Engenharias da Mobilidade (EMB)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209509</link>
<description/>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 23:36:52 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-30T23:36:52Z</dc:date>
<item>
<title>Avaliação de Características de Resistência à Compressão e Durabilidade de Misturas Compactadas de Rejeito de Mineração de Bauxita e Cimento</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212948</link>
<description>Avaliação de Características de Resistência à Compressão e Durabilidade de Misturas Compactadas de Rejeito de Mineração de Bauxita e Cimento
Sell, Bruna
Alternativas de melhoramento de propriedades de solos com a adição de materiais&#13;
estabilizantes, como cimento e cal, vêm ganhando destaque em pesquisas, principalmente com o&#13;
intuito de dar uso a solos, muitas vezes, considerados de baixa qualidade geotécnica. Neste&#13;
contexto, o presente trabalho tem por objetivo investigar o impacto da adição de cimento em&#13;
propriedades de resistência e durabilidade de corpos de prova compactados de rejeito de mineração&#13;
de bauxita. São analisadas misturas de rejeito de mineração de bauxita com cimento, variando-se a&#13;
densidade da amostra e os teores de cimento adicionado. A quantidade de cimento adicionada ao&#13;
corpo de prova foi em substituição em peso de uma pequena parcela de rejeito. As características de&#13;
resistência foram avaliadas por meio de ensaios de compressão simples, em corpos de prova com&#13;
dimensões de 5 x 10 cm. Já a durabilidade foi analisada através de 12 ciclos de umedecimento e&#13;
secagem, seguindo-se as diretrizes da ASTM D559, em corpos de prova de 10 x 12,7 cm. Foi&#13;
possível correlacionar a resistência à compressão simples com a densidade e teores de cimento e, também, a porcentagem de perda de massa acumulada em cada ciclo de secagem e umedecimento,&#13;
para a condição mais crítica de cimentação, com as diferentes densidades.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro Tecnológico de Joinville. Departamento de Engenharias da Mobilidade.
</description>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212948</guid>
<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Modelagem e Otimização de Sistemas Térmicos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212923</link>
<description>Modelagem e Otimização de Sistemas Térmicos
Testa, Lucas Fillipe
A cada ano a indústria de automóveis elétricos vem ganhando espaço, visando menor gasto com combustível e diminuição da poluição ambiental. Para este tipo de veículos uma opção de fonte de energia segura e estável são as baterias de íon de lítio, porém para o seu pleno desempenho, temperatura de operação segura, estabilidade e aumento da vida útil faz se necessário um sistema de gerenciamento térmico, de modo que a faixa de temperatura esteja sempre controlada. Este modelo de gerenciamento térmico de baterias foi desenvolvido computacionalmente visando acuracidade e representatividade de dados experimentais fisicamente, levando em consideração uma série de variáveis como geolocalização, dia do ano, temperatura, horário de analise, direção de trajetória, velocidade do automóvel e propriedades do ar e fluidos refrigeradores. Utilizando essa gama de variáveis foi possível encontrar resultados na modelagem do condensador com desvio menor do que 2% em relação aos resultados medidos experimentalmente, tendo assim uma ótima ferramenta para analise e otimização de sistemas de refrigeração que contém condensadores. Outro modelo desenvolvido foi o de calculo da carga de calor que incide sobre a cabine ou cockpit do automóvel, determinando assim uma estimativa da potência mínima necessária no sistema de condicionamento de ar. Deste modo este estudo pode contribuir significativamente para os avanços tecnológicos e auxiliar no aumento da eficiência energética dos equipamentos atualmente utilizados em diversos sistemas de resfriamento, pois este modelo possibilita a alteração das dimensões e parâmetros adequando ao sistema analisado.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro Tecnológico de Joinville. Departamento de Engenharias da Mobilidade.
</description>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212923</guid>
<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Modelo de desenvolvimento de tecnologia e modelo de desenvolvimento de produtos para instituições de pesquisa e desenvolvimento e inovação</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212503</link>
<description>Modelo de desenvolvimento de tecnologia e modelo de desenvolvimento de produtos para instituições de pesquisa e desenvolvimento e inovação
Araujo, Pedro Henrique Melo
Com os canais tradicionais de interação humana com o ambiente tornando-se cada vez mais limitados, se faz necessário encontrar interfaces alternativas para a realização dessas atividades de forma acessível. É nesse cenário que surgiram as interfaces cérebro computador, que por meio de atividade elétrica cerebral espontânea, permitem os usuários dessa tecnologia se relacionar com o ambiente e outros indivíduos, por meio de canais alternativos. As pessoas com deficiências motoras são as principais beneficiadas com essa tecnologia, uma vez que ela possibilita uma maior autonomia para esses indivíduos. Logo, por meio de um BCI não invasivo de 4 canais de baixo custo, objetivou-se nesse projeto de pesquisa uma interface que possibilita o controle de um kart elétrico, por meio de ondas cerebrais. Inicialmente, foi estabelecido uma captação de sinais elétricos adequada, através da eletroencefalografia, análise da atividade elétrica cerebral espontânea, através de eletrodos espalhados no couro cabeludo e em seguida a criação e aperfeiçoamento das etapas de pré-processamento e classificação dos sinais obtidos. Para as etapas de pré-processamento e classificação foram desenvolvidos ambientes chamados de cenários no software OpenVibe. Esses cenários possibilitaram a aplicação de filtros temporais e espaciais no pré-processamento e uso de diferentes algoritmos na classificação. Ademais, esses ambientes ainda possibilitam a geração de simulações para auxiliar na análise dos dados coletados e treino dos usuários. Por fim, para estabelecer a interligação dos componentes do projeto foi usada uma ferramenta de envio de dados em tempo real e desenvolvido um script em linguagem python que possibilitará o uso dos resultados do classificador para executar comandos no kart elétrico. Apesar de todos os avanços nesse projeto, a crise sanitária decorrente do coronavírus impediu a realização dos testes necessários para a conclusão da IC dentro do cronograma estabelecido.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro Tecnológico de Joinville. Departamento de Engenharias da Mobilidade.
</description>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212503</guid>
<dc:date>2020-08-23T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Desenvolvimento de Métodos e Ferramentas para o Apoio ao Desenvolvimento de Produtos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212308</link>
<description>Desenvolvimento de Métodos e Ferramentas para o Apoio ao Desenvolvimento de Produtos
Brito, Henrique Dietrich Ottoni de
Com o avanço tecnológico na área de sistemas autônomos tornou-se possível a criação de&#13;
sistemas complexos que podem auxiliar em manutenções necessárias tanto em rodovias,&#13;
ferrovias ou hidrovias. Neste projeto de iniciação científica (PIBIC/CNPQ) será apresentado as&#13;
fases desenvolvidas do projeto detalhado e montagem de um Veículo Autônomo Inspetor de&#13;
Trilhos (VAIT) para uso e testes em uma maquete ferroviária com uma escala HO (1:87). O&#13;
objetivo deste trabalho é testar o sistema de controle do VAIT na maquete para que após&#13;
realizados os devidos testes o protótipo possa ser construído em uma escala maior e com mais&#13;
precisão em relação aos sensores utilizados. Junto à montagem do VAIT foi necessário criar&#13;
uma interface para o usuário, essa interface foi criada por meio da plataforma QT Creator e foi&#13;
feita em torno do princípio de que precisa ser simples para um melhor entendimento do&#13;
operador.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro Tecnológico de Joinville. Departamento de Engenharias da Mobilidade.
</description>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212308</guid>
<dc:date>2020-08-21T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
