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<title>Departamento de Serviço Social</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225015</link>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 16:47:59 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-01T16:47:59Z</dc:date>
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<title>A disseminação dos saberes expertos no domínio da infância: discursos médicos em torno da infância socialmente problemática</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227417</link>
<description>A disseminação dos saberes expertos no domínio da infância: discursos médicos em torno da infância socialmente problemática
Lima, Nícolas Bonelli
O trabalho teve por objetivo examinar os olhares da psiquiatria sobre a infância considerada&#13;
problemática, em função de atributos e comportamentos definidos como   disruptivos de&#13;
acordo a determinados parâmetros de normalidade. Do ponto de vista teórico, a perspectiva&#13;
adotada se apoiou: a)  na consideração da infância como dimensão das tecnologias biopolíticas&#13;
na modernidade ; b) no conceito de medicalização de Robert Conrad (2010), que denota o&#13;
conjunto de processos caracterizados pela codificação médica de problemáticas anteriormente&#13;
localizadas fora do seu domínio; c) na análise do papel das neuronarrativas (MARTÍNEZ-&#13;
HERNÁEZ, 2017) nos discursos da psiquiatria contemporânea, caracterizadas pelo&#13;
protagonismo de explicações biológicas e de modelos terapêuticos centrados em intervenções&#13;
farmacológicas  voltadas para a “normalização” dos comportamentos.  O desenho&#13;
metodológico compreendeu a análise qualitativa de conteúdo de artigos científicos publicados&#13;
em periódicos nacionais da área da neuropsiquiatria. Em função das limitações impostas pela&#13;
pandemia de SARS – Covid 19, o domínio empírico da pesquisa foi limitado aos artigos&#13;
publicados na Revista Brasileira de Psiquiatria no período 2021-2020, levando em&#13;
consideração a importância da publicação na área da psiquiatria e a sua disponibilidade em&#13;
formato digital. Da análise preliminar dos 25 artigos selecionados, destaca-se: a) o&#13;
predomínio da utilização das categorias diagnósticas  TDAH, TOC, TOD, bipolaridade,&#13;
transtornos do humor e  comportamento suicida na descrição e codificação neuropsiquiátrica&#13;
do perfil da infância problemática.  Em contrapartida, observa-se a ausência de referências a&#13;
condições que a psiquiatria infantil associava à figura da criança-problema em períodos&#13;
anteriores MITJAVILA, 2020), tais como as relativas ao grupo das deficiências cognitivas; b) a&#13;
presença de regularidades discursivas que sugerem o predomínio de modelos etiológicos&#13;
baseados na atribuição de causas neurocerebrais  e epigenéticas aos diversos tipos de&#13;
comportamentos disruptivos, bem como a referência, em menor medida, ao papel etiológico&#13;
da família como fator intercorrente, propiciador ou, ainda, propriamente patogênico na&#13;
constituição da infância-problema.
IC
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227417</guid>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Violências de gênero nas escolas: narrativas de professoras  da educação básica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226708</link>
<description>Violências de gênero nas escolas: narrativas de professoras  da educação básica
Trindade, Milena Tarcisa
É recorrente a reclamação de profissionais da educação, especialmente professoras,&#13;
sobre a lacuna que há em seus processos formativos, seja inicial ou continuada, referente às&#13;
temáticas: sexualidade, gênero, diversidade sexual e de gênero. Tal fato nos permite observar&#13;
que historicamente professores e professoras da Educação Básica acabam ficando à margem&#13;
dos debates, reconhecimento e intervenções pedagógicas sobre as temáticas mencionadas,&#13;
incluindo a violência de gênero. E se considerarmos que a nossa socialização ocorre numa&#13;
cultura que hierarquiza as expressões do comportamento sexual, de onde internalizamos uma&#13;
visão preconceituosa, nos questionamos o que temos feito para combater o preconceito, a&#13;
discriminação e a exclusão das sexualidades não heterossexuais? Temáticas traduzidas em&#13;
vivências, que como temos observado, atingem também a comunidade escolar, inclusive o&#13;
corpo docente.&#13;
Deste modo, a pesquisa em questão pretende ser sensibilizadora, bem como,&#13;
proporcionar espaço de formação às docentes envolvidas, uma vez que corroboramos com&#13;
Paulo Freire quando observa que somente podemos conhecer a realidade dos que participam&#13;
desse tipo de intervenção, ou seja, a pesquisa, “[...] com eles como sujeitos também deste&#13;
conhecimento que, sendo para eles um conhecimento do conhecimento anterior (o que se dá&#13;
ao nível da sua experiência quotidiana) se torna um novo conhecimento” (FREIRE 1982, p.&#13;
35). Esse sem dúvidas é o nosso maior propósito.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Socioeconomico&#13;
Departamento de Serviço Social
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Orçamento Público e o Financiamento das Políticas Sociais no Brasil: contradições do Estado no capitalismo dependente.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226707</link>
<description>O Orçamento Público e o Financiamento das Políticas Sociais no Brasil: contradições do Estado no capitalismo dependente.
Righetto, Victor Goulart
O projeto de pesquisa intitulado “O Orçamento Público e o Financiamento das Políticas Sociais no Brasil: contradições do Estado no capitalismo dependente”, está vinculado ao amplo projeto de pesquisa chamado “A questão do Estado no capitalismo dependente: cartografia categorial desde a Teoria Marxista da Dependência”, do Grupo de Estudos e Pesquisa Trabalho e Política Social na América Latina - Veias Abertas. A metodologia utilizada baseou-se em pesquisa bibliográfica e documental acerca das principais questões que permeiam e dinamizam o Estado brasileiro (em seu caráter dependente no modo de produção capitalista global), e na sistematização dos dados das principais fontes governamentais disponíveis sobre o orçamento público federal e o financiamento para as políticas de seguridade social no Brasil. O projeto visou estabelecer mediações acerca do Estado brasileiro e seu planejamento, relacionadas com as principais determinações em que, de maneira ampla, os estados latino-americanos estão inseridos no sistema global de produção material e reprodução humana por meio das relações sociais do modo de produção capitalista. Baseando-se nos principais estudos e discussões dos pensadores da Teoria Marxista da Dependência, fica explícito o lugar de subordinação internacional do Brasil, em um caráter dependente em relação a outros países que ditam as regras do capital na economia global.Tendo este enquadramento teórico como base analítica, buscamos estudar alguns principais pensadores que discorreram acerca do planejamento do estado brasileiro a partir do século XX, analisando os principais conflitos de classes e determinações na disputa do orçamento do Estado. Finalmente, nossas análises indicam que o Estado reitera o papel de reprodução do capitalismo dependente por mecanismos específicos, como priorizar um montante do orçamento para o pagamento de encargos especiais.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226707</guid>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estado dependente latino-americano e a questão social</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226548</link>
<description>Estado dependente latino-americano e a questão social
Marcelino, Eduarda Salla
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA&#13;
CENTRO SOCIOECONÔMICO&#13;
DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL&#13;
GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA VEIAS ABERTAS/IELA/UFSC&#13;
&#13;
A QUESTÃO DO ESTADO NO CAPITALISMO DEPENDENTE E SUAS DETERMINAÇÕES ESTRUTURAIS DESDE A TEORIA MARXISTA DA DEPENDÊNCIA  (2020/2021)&#13;
Plano de pesquisa: Estado dependente latino-americano e a questão social &#13;
Orientadora: Heloísa Teles   Bolsista: Eduarda Salla Marcelino&#13;
&#13;
O presente resumo configura-se como produto do desenvolvimento do plano de pesquisa intitulado Estado dependente latino-americano e a questão social que compõe como subprojeto da pesquisa A questão do Estado no capitalismo dependente: cartografia categorial desde a Teoria Marxista da Dependência. As atividades e resultados apresentados referem-se ao trabalho que desenvolvi como bolsista de pesquisa, sob supervisão da Profa. Coordenadora e demais professoras integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisas Veias Abertas. O trabalho teve como objetivo principal compreender como, na particularidade do estado dependente latino-americano, se expressa a questão social e a caracterização do estado nesse contexto. A metodologia utilizada foi de natureza exploratória para a elaboração de um estudo bibliográfico, realizando a revisão de literatura, fichamentos, sínteses e coletas de dados em bases pertinentes à temática estudada, além da participação em grupo de estudos sobre referências teóricas pertinentes. O relatório apresenta o percurso de pesquisa possível empreendido até aqui considerando o contexto de mais de um ano de pandemia, o que que limitou o acesso às referências listadas na fase de levantamento bibliográfico, bem como as atividades previstas na pesquisa que tiverem que ser replanejadas, ocorrendo um atraso em sua realização. Como produto de pesquisa, além da elaboração de sínteses e artigos que foram publicados em eventos, foram elaborados dois principais quadros. O primeiro deles mapeou as principais lutas sociais e as respostas do Estado circunscrevendo os períodos do Escravismo Pleno, Escravismo Tardio e início do Capitalismo Dependente. Já o segundo buscou caracterizar o estado dependente latino-americano por meio de um levantamento dos principais autores que estudam o tema e elaboração de um quadro categorial acerca das principais categorias que versam sobre o estado dependente latino-americano. Os resultados preliminares apontam para a reprodução de um padrão estrutural de dependência, violência, tendo a superexploração da força de trabalho como modalidade particular da reprodução do modo de produção capitalista nos estados latino-americanos.
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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