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<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Biociências e Saúde Única (BSU)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238146</link>
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<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 16:50:29 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-30T16:50:29Z</dc:date>
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<title>Prevalência de doença renal policística com estadiamento de doença renal crônica em felinos em Curitibanos, Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239762</link>
<description>Prevalência de doença renal policística com estadiamento de doença renal crônica em felinos em Curitibanos, Santa Catarina
Henrique, Larissa da Silva
A Doença Renal Policística Autossômica Dominante Felina (PKD) ou Polycystic Kidney Disease (PKD) é a doença hereditária mais importante em gatos, cuja raça mais afetada é a Persa. Entretanto, atualmente tem-se avaliado que a PKD tem grande importância em gatos de outras raças de pelo longo e também de pelo curto, e que a preocupação para realizar o monitoramento deve ser em todas as raças e não só em Persas. Este trabalho teve como objetivo identificar gatos positivos para a PKD, residentes em Curitibanos, e caracterizá-los quanto à DRC, de forma a identificar alterações ultrassonográficas e sistêmicas desses pacientes. Foram avaliados 85 felinos, entre Persas, Siameses e SRD, entre 3 meses e 14 anos de idade, por meio de anamnese, exame físico e US abdominal. Foram identificados quatro felinos persas com PKD, com idade de 7,2 ± 3 anos, com cistos uni ou bilaterais, além de um paciente com cistos hepáticos. Destes, foram realizados exames laboratoriais (bioquímica sérica e urinálise), além de aferição de pressão arterial sistólica (PAS). Dos quatro animais, somente um se apresentou azotêmico, com isostenúria e proteinúria limítrofe, e três pacientes com pré-hipertensão, além de achados à urinálise sugestivos de degeneração tubular em 2 pacientes. Embora a doença não tenha predileção sexual, em nosso estudo houve uma maior prevalência em fêmeas (75% dos animais positivos). Devido à não colaboração dos tutores, não foi possível estagiar da DRC dos pacientes positivos para PKD, mas nosso estudo trouxe contribuição em relação à prevalência da doença em nossa cidade, que está de acordo com o citado pela literatura.
Vídeo de pesquisa de iniciação científica - Universidade Federal de Santa Catarina. Curitibanos. Medicina Veterinária
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Caracterização radiográfica ultrassonográfica e anatomopatológica das entesopatias pélvicas proximais do músculo interósseo terceiro em cavalos da raça campeiro e crioulo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239417</link>
<description>Caracterização radiográfica ultrassonográfica e anatomopatológica das entesopatias pélvicas proximais do músculo interósseo terceiro em cavalos da raça campeiro e crioulo
Muhlbauer, Aline Cristine de Moraes
O objetivo do presente trabalho foi comparar quantitativamente fibras colágenas tipo I e tipo III em lâminas histológicas de inserção proximal de Músculo Interósseo terceiro (M.I III) de equinos das raças Crioula (n=26) e Puro Sangue Inglês (n=6),  hígidos com idade média de 5,7 anos. As lâminas foram coradas com Picrosirius red e examinadas em microscópio óptico sob luz polarizada (Leica®).  De cada lâmina foram capturadas imagens de 5 campos em aumento de 10 vezes, perfazendo um total de 130 fotos de M.I III Crioulo e 30 fotos de M.I III de PSI. A porcentagem da área ocupada por cada tipo de colágeno foi determinada pelo plugin Threshold Colour do software ImageJ, através de análise por segmentação de cor. O plugin foi parametrizado com os seguintes valores: matiz de 0-20 para cor vermelho-amarelada (colágeno tipo I) e 30-120 para a cor amarelo-esverdeada (colágeno tipo III), brilho de 100-255 e saturação de 0-255 para ambos os tipos de colágeno.  O colágeno tipo I ocupou, em lâminas de equinos Crioulos e PSI, respectivamente, 58,7% (EPM ± 2,19) e 57,6% (EPM ± 3,96) da área dos cortes de MI III. O colágeno tipo III ocupou, em lâminas de equinos Crioulos e PSI, respectivamente, 16,3% (EPM ± 1,71) e 18,1% (EPM ± 3,30) da área dos cortes de MI III. Pela análise da variância, a proporção de colágenos tipo I e tipo III na inserção proximal de MI III não diferiu significativamente entre as amostras das raças avaliadas. Entretanto, houve diferença significativa entre os dois tipos de colágeno numa mesma raça (P &lt; 0,05). Ainda que possuam predisposições distintas, não houve diferença significativa na quantidade de colágeno entre a raça crioula e PSI, por se tratar da mesma espécie em questão. Já a diferença significativa entre os colágenos tipo I e III era prevista, uma vez que a quantidade do colágeno original do tecido tipo I deve ser maior que o colágeno de remodelação tipo III, nos casos em que se tratam de animais hígidos.
Iniciação Científica - PIBIC
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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