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<title>Curitibanos - Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas (ABF)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238147</link>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 16:43:27 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-01T16:43:27Z</dc:date>
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<title>Seleção de modelos para descrever a taxa de desenvolvimento e avaliar o impacto das mudanças climáticas no voltinismo de Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) no sul do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239848</link>
<description>Seleção de modelos para descrever a taxa de desenvolvimento e avaliar o impacto das mudanças climáticas no voltinismo de Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) no sul do Brasil
dos Santos, Hevellyn
A lagarta-das-fruteiras ou traça-verde-dos-cachos, Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) (Lepidoptera: Tortricidae) é uma importante praga que causa prejuízos em frutíferas de região temperada. A dinâmica populacional e a biologia de A. sphaleropa são influenciadas por diversos fatores, sobretudo pela temperatura. Este fator influencia diretamente a capacidade das populações de aumentar em número na lavoura e, diante disso, estudos têm avaliado o efeito das mudanças climáticas sobre insetos pragas. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivos selecionar modelos matemáticos que descrevam adequadamente a relação entre a temperatura e a taxa de desenvolvimento de A. sphaleropa e aplicar o melhor modelo para prever o efeito das mudanças climáticas sobre o número de gerações anuais (voltinismo) da espécie no sul do Brasil. Os dados de tempo de desenvolvimento de A. sphaleropa em diferentes temperaturas foram obtidos da literatura. Ao todo, nove modelos matemáticos foram ajustados à taxa de desenvolvimento. O voltinismo foi estimado utilizando dados climáticos do presente (1994-2013) e projeções para 2050 e 2070 baseado em cenários com taxas de emissão de gases do efeito estufa intermediárias (RCP 4.5) e elevadas (RCP 8.5) de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima. O modelo Brière-1 (D(T) = aT(T-TL)(TH-T)1/2) foi o que apresentou melhor ajuste para os ciclos ovo, larva, pupa e ciclo adulto de A. sphaleropa e, portanto, foi utilizado para estimar o voltinismo da praga. As regiões que apresentaram maior voltinismo em condições climáticas atuais compreenderam o norte e região central do Paraná, oeste e nordeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. Em geral, os modelos previram um aumento no número de gerações anuais de A. sphaleropa em decorrência das mudanças climáticas, sendo este incremento maior na região serrana de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, 80,31% da variação no voltinismo foi explicada pelo local, enquanto 1,39% e 1,28% foram explicados pelos cenários de mudanças climáticas e ano, respectivamente. O presente estudo fornece uma importante contribuição para a compreensão das consequências do aquecimento global sobre o voltinismo da lagarta-das-fruteiras, e indica que as condições climáticas futuras são favoráveis para a espécie na maior parte da região sul do país.
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<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239848</guid>
<dc:date>2022-08-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Seleção de modelos para descrever a taxa de desenvolvimento e avaliar o impacto das mudanças climáticas no voltinismo de Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) no sul do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239846</link>
<description>Seleção de modelos para descrever a taxa de desenvolvimento e avaliar o impacto das mudanças climáticas no voltinismo de Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) no sul do Brasil
dos Santos, Hevellyn
A lagarta-das-fruteiras ou traça-verde-dos-cachos, Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) (Lepidoptera: Tortricidae) é uma importante praga que causa prejuízos em frutíferas de região temperada. A dinâmica populacional e a biologia de A. sphaleropa são influenciadas por diversos fatores, sobretudo pela temperatura. Este fator influencia diretamente a capacidade das populações de aumentar em número na lavoura e, diante disso, estudos têm avaliado o efeito das mudanças climáticas sobre insetos pragas. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivos selecionar modelos matemáticos que descrevam adequadamente a relação entre a temperatura e a taxa de desenvolvimento de A. sphaleropa e aplicar o melhor modelo para prever o efeito das mudanças climáticas sobre o número de gerações anuais (voltinismo) da espécie no sul do Brasil. Os dados de tempo de desenvolvimento de A. sphaleropa em diferentes temperaturas foram obtidos da literatura. Ao todo, nove modelos matemáticos foram ajustados à taxa de desenvolvimento. O voltinismo foi estimado utilizando dados climáticos do presente (1994-2013) e projeções para 2050 e 2070 baseado em cenários com taxas de emissão de gases do efeito estufa intermediárias (RCP 4.5) e elevadas (RCP 8.5) de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima. O modelo Brière-1 (D(T) = aT(T-TL)(TH-T)1/2) foi o que apresentou melhor ajuste para os ciclos ovo, larva, pupa e ciclo adulto de A. sphaleropa e, portanto, foi utilizado para estimar o voltinismo da praga. As regiões que apresentaram maior voltinismo em condições climáticas atuais compreenderam o norte e região central do Paraná, oeste e nordeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. Em geral, os modelos previram um aumento no número de gerações anuais de A. sphaleropa em decorrência das mudanças climáticas, sendo este incremento maior na região serrana de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, 80,31% da variação no voltinismo foi explicada pelo local, enquanto 1,39% e 1,28% foram explicados pelos cenários de mudanças climáticas e ano, respectivamente. O presente estudo fornece uma importante contribuição para a compreensão das consequências do aquecimento global sobre o voltinismo da lagarta-das-fruteiras, e indica que as condições climáticas futuras são favoráveis para a espécie na maior parte da região sul do país.
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<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-08-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Seleção de modelos para descrever a taxa de desenvolvimento e avaliar o impacto das mudanças climáticas no voltinismo de Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) no sul do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239845</link>
<description>Seleção de modelos para descrever a taxa de desenvolvimento e avaliar o impacto das mudanças climáticas no voltinismo de Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) no sul do Brasil
dos Santos, Hevellyn
A lagarta-das-fruteiras ou traça-verde-dos-cachos, Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick, 1909) (Lepidoptera: Tortricidae) é uma importante praga que causa prejuízos em frutíferas de região temperada. A dinâmica populacional e a biologia de A. sphaleropa são influenciadas por diversos fatores, sobretudo pela temperatura. Este fator influencia diretamente a capacidade das populações de aumentar em número na lavoura e, diante disso, estudos têm avaliado o efeito das mudanças climáticas sobre insetos pragas. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivos selecionar modelos matemáticos que descrevam adequadamente a relação entre a temperatura e a taxa de desenvolvimento de A. sphaleropa e aplicar o melhor modelo para prever o efeito das mudanças climáticas sobre o número de gerações anuais (voltinismo) da espécie no sul do Brasil. Os dados de tempo de desenvolvimento de A. sphaleropa em diferentes temperaturas foram obtidos da literatura. Ao todo, nove modelos matemáticos foram ajustados à taxa de desenvolvimento. O voltinismo foi estimado utilizando dados climáticos do presente (1994-2013) e projeções para 2050 e 2070 baseado em cenários com taxas de emissão de gases do efeito estufa intermediárias (RCP 4.5) e elevadas (RCP 8.5) de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima. O modelo Brière-1 (D(T) = aT(T-TL)(TH-T)1/2) foi o que apresentou melhor ajuste para os ciclos ovo, larva, pupa e ciclo adulto de A. sphaleropa e, portanto, foi utilizado para estimar o voltinismo da praga. As regiões que apresentaram maior voltinismo em condições climáticas atuais compreenderam o norte e região central do Paraná, oeste e nordeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. Em geral, os modelos previram um aumento no número de gerações anuais de A. sphaleropa em decorrência das mudanças climáticas, sendo este incremento maior na região serrana de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, 80,31% da variação no voltinismo foi explicada pelo local, enquanto 1,39% e 1,28% foram explicados pelos cenários de mudanças climáticas e ano, respectivamente. O presente estudo fornece uma importante contribuição para a compreensão das consequências do aquecimento global sobre o voltinismo da lagarta-das-fruteiras, e indica que as condições climáticas futuras são favoráveis para a espécie na maior parte da região sul do país.
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<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>ARAUCÁRIAS GIGANTES: Caracterização morfológica dos traqueídeos da madeira de Araucaria angustifolia no sentido medula-casca</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239625</link>
<description>ARAUCÁRIAS GIGANTES: Caracterização morfológica dos traqueídeos da madeira de Araucaria angustifolia no sentido medula-casca
Neto, Olavio Rosa
Estudos sobre as características da madeira de árvores longevas, como a Araucária, ainda são escassos no Brasil, principalmente sobre os aspectos físicos e anatômicos da mesma. Portanto, os objetivos do presente estudo foram analisar a idade, densidade e a morfologia dos traqueídeos da madeira da Araucária (Araucaria angustifolia), a partir de exemplares centenários. As amostras utilizadas no estudo foram oriundas de quedas naturais causadas por eventos climáticos, das cidades de Fraiburgo, Ponte Alta e Campo Belo do Sul, todas localizadas no estado de Santa Catarina. Destas extraíram-se discos que foram lixados e polidos para possibilitar a análise e contagem dos anéis de crescimento para estimativa da idade das árvores, a partir da dendrocronologia. A partir dos mesmos discos retiraram-se baguetas radiais, que foram marcadas em porções a cada 10% no sentido medula-casca (0% = próximo à medula, 100% = próximo à casca), totalizando 11 amostras. Cada amostra foi avaliada quando a sua densidade (básica e verde) e submetida ao processo de maceração, visando a individualização dos traqueídeos para mensuração das dimensões de comprimento, largura, diâmetro do lúmen e espessura da parede celular, bem como dos indicadores anatômicos de fração parede, coeficiente de flexibilidade, índice de Runkel e índice de enfeltramento. A partir das análises dendrocronológicas estimou-se que as amostras de Araucária avaliadas no estudo apresentavam idades variando entre 210 e 275 anos. As densidades básica e verde médias das amostras estudadas foram de 0,47 e 1,17 g/cm³, respectivamente, sendo considerada como de média densidade. Apenas a densidade básica apresentou variação significativa ao longo do raio, com tendência de aumento no sentido medula-casca. O comprimento médio dos traqueídeos foi de 5,42 mm; a largura de 45,23 µm; o diâmetro do lúmen de 32,69 µm e a espessura da parede celular de 6,27 µm; apenas o comprimento apresentou variação significativa ao longo do sentido radial, com aumento na direção medula-casca. Em relação aos indicadores anatômicos, a espécie se mostrou muito boa para a produção de papel, com fração parede de baixa rigidez (27,65%), coeficiente de flexibilidade que proporciona boa superfície de contato e união entre os traqueídeos (72,35%), índice de Runkel muito bom (0,40) e alto índice de enfeltramento (119,18). Os indicadores anatômicos não variaram de forma significativa no sentido radial. 	De forma geral, conclui-se que a madeira da Araucária apresenta boa homogeneidade para densidade e dimensões dos traqueídeos ao longo dos anos, o que é interessante do ponto de vista comercial ou de futuros plantios florestais, que mesmo árvores mais jovens poderão apresentar características e propriedades semelhantes a árvores mais velhas (centenárias).
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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