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<title>Departamento de Ciências Fisiológicas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238157</link>
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<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 22:52:01 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-30T22:52:01Z</dc:date>
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<title>Avaliação do papel da microbiota intestinal no desenvolvimento da pré-eclâmpsia: A ingestão de probióticos reduz o risco de pré-eclâmpsia? Uma revisão sistemática</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240387</link>
<description>Avaliação do papel da microbiota intestinal no desenvolvimento da pré-eclâmpsia: A ingestão de probióticos reduz o risco de pré-eclâmpsia? Uma revisão sistemática
Puel, Esthela Michalski
A pré-eclâmpsia (PE) é uma condição hipertensiva limitada à gestação que representa uma das principais causas de morbidade e morte materna e fetal em todo o mundo, afetando de 5% a 10% de todas as gestações. A PE é uma doença complexa e multissistêmica que afeta principalmente a placenta e o sistema cardiovascular, progredindo para disfunção de múltiplos órgãos. Os probióticos são definidos como micro-organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem ao hospedeiro um benefício em saúde. O consumo de probióticos durante a gravidez tem sido associado a reduzidas taxas de parto prematuro e PE, no entanto, outros autores mostraram resultados controversos. Considerando que os efeitos efetivos dos probióticos sobre os desfechos da PE ainda permanecem em debate, realizou-se uma revisão sistemática da literatura com o intuito de responder a seguinte pergunta: A ingestão de probióticos reduz o risco de PE? Para tanto, foi realizada uma busca de estudos nas seguintes bases de dados: PubMed (MEDLINE), Scopus, Cochrane Library (Central), EMBASE, LILACS, Web of Science, Livivo, CINAHL e Clinicaltrial.gov; e, também, na literatura cinzenta. Quatro estudos foram incluídos, três ensaios clínicos randomizados (RTCs) e um coorte. Os estudos incluídos utilizaram probióticos diferentes, com protocolos de administração distintos, o que impossibilitou a realização de uma meta-análise. No entanto, observou-se que os três RTCs não indicaram efeito protetor dos probióticos com relação ao desenvolvimento da PE. Já o estudo de coorte mostrou que o consumo de produtos lácteos contendo probióticos estava associado à uma redução do desenvolvimento de PE, especialmente PE severa. Desta forma, o agrupamento dos estudos encontrados não permite concluir se a ingestão de probióticos previne o desenvolvimento de PE, sendo necessários mais RTCs padronizados que avaliem espécie, duração e dose de consumo de probiótico necessária para conferir uma possível prevenção de PE.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Fisiológicas
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Associação entre restrição calórica e fármaco hipoglicemiante ao tratamento da obesidade e comorbidades: estudo não clínico.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239664</link>
<description>Associação entre restrição calórica e fármaco hipoglicemiante ao tratamento da obesidade e comorbidades: estudo não clínico.
Vieira, Peterson Rezer
A má conduta alimentar está relacionada com diversos problemas de saúde. A necessidade de medidas farmacológicas e não-farmacológicas adquire grande urgência. A restrição calórica (RC) é uma modalidade alimentar que consiste na redução do consumo calórico sem a defasagem nutricional. Objetivo geral: Verificar se a restrição calórica é capaz de reverter as alterações metabólicas e comportamentais de uma dieta hiperlipídica (HFD) em camundongos C57BI/6. Método: Camundongos C57BI/6, machos e fêmeas, de 3-4 meses. Nas 12 semanas iniciais, os animais foram postos em 2 grupos, um de dieta padrão (SD) e outro de HFD. Após esse período, os 2 grupos foram divididos em um total de 4, resultando na divisão SD, SD + RC,  HFD e HFD + RC. A restrição calórica que os animais receberam foi de 30%. No final das 16 semanas, o teste comportamental campo aberto foi aplicado para a coleta dos cruzamentos totais. O nível de glicose sanguínea em jejum dos animais também foi coletado. Utilizamos a análise de variância ANOVA de duas vias e valores significativos de p &lt; 0,05. Resultados: No campo aberto, a análise dos cruzamentos totais não apresentou  diferenças significativas entre os grupos, não denotando mudança no padrão de locomoção dos animais. Ao avaliar os níveis de glicose sanguínea em jejum, foram encontradas diferenças significativas onde o grupo HFD obteve um aumento expressivo na glicemia sanguínea em relação ao SD. Ao mesmo tempo, tanto o grupo SD + RC como o HFD + RC tiveram uma redução robusta quando comparado com seus respectivos controles. Conclusão: Apesar de não encontrarmos diferenças significativas nos cruzamentos totais entre os grupos, os níveis de glicose sanguínea em jejum foram reduzidos significativamente em ambos os grupos RC ao comparar com seus respectivos controles. Dessa forma, é possível concluir que a intervenção de RC foi responsável por proporcionar uma redução expressiva dos níveis de glicose sanguínea em jejum, sem alterar o padrão de locomotor.
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Associação entre restrição calórica e fármaco hipoglicemiante ao tratamento da obesidade e comorbidades: estudo não clínico.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239638</link>
<description>Associação entre restrição calórica e fármaco hipoglicemiante ao tratamento da obesidade e comorbidades: estudo não clínico.
Vieira, Peterson Rezer
A má conduta alimentar está relacionada com diversos problemas de saúde. A necessidade de medidas farmacológicas e não-farmacológicas adquire grande urgência. A restrição calórica (RC) é uma modalidade alimentar que consiste na redução do consumo calórico sem a defasagem nutricional. Objetivo geral: Verificar se a restrição calórica é capaz de reverter as alterações metabólicas e comportamentais de uma dieta hiperlipídica (HFD) em camundongos C57BI/6. Método: Camundongos C57BI/6, machos e fêmeas, de 3-4 meses. Nas 12 semanas iniciais, os animais foram postos em 2 grupos, um de dieta padrão (SD) e outro de HFD. Após esse período, os 2 grupos foram divididos em um total de 4, resultando na divisão SD, SD + RC,  HFD e HFD + RC. A restrição calórica que os animais receberam foi de 30%. No final das 16 semanas, o teste comportamental campo aberto foi aplicado para a coleta dos cruzamentos totais. O nível de glicose sanguínea em jejum dos animais também foi coletado. Utilizamos a análise de variância ANOVA de duas vias e valores significativos de p &lt; 0,05. Resultados: No campo aberto, a análise dos cruzamentos totais não apresentou  diferenças significativas entre os grupos, não denotando mudança no padrão de locomoção dos animais. Ao avaliar os níveis de glicose sanguínea em jejum, foram encontradas diferenças significativas onde o grupo HFD obteve um aumento expressivo na glicemia sanguínea em relação ao SD. Ao mesmo tempo, tanto o grupo SD + RC como o HFD + RC tiveram uma redução robusta quando comparado com seus respectivos controles. Conclusão: Apesar de não encontrarmos diferenças significativas nos cruzamentos totais entre os grupos, os níveis de glicose sanguínea em jejum foram reduzidos significativamente em ambos os grupos RC ao comparar com seus respectivos controles. Dessa forma, é possível concluir que a intervenção de RC foi responsável por proporcionar uma redução expressiva dos níveis de glicose sanguínea em jejum, sem alterar o padrão de locomotor.
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O papel do hnf4alpha na expansão da massa de célula beta induzida por dieta hiperlipídica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239565</link>
<description>O papel do hnf4alpha na expansão da massa de célula beta induzida por dieta hiperlipídica
Santos, Marcos Rizzon
A Diabetes Mellitus (DM) pode ser definida como um grupo de doenças metabólicas crônicas caracterizadas pela insuficiente produção e/ou secreção de insulina ou disfunção na atividade desse hormônio, cuja condição resultante é a hiperglicemia associada à diversas comorbidades. As ilhotas pancreáticas, presentes na porção endócrina do pâncreas, são micro órgãos onde se encontram as células beta, responsáveis pela produção e secreção de insulina, cuja função é facilitar a absorção de glicose pelas células. A DM tipo 1 (DM1) tem origem em um ataque autoimune às células beta enquanto a DM tipo 2 (DM2) está intimamente ligada à obesidade e ao mecanismo de resistência à insulina (RI) que faz com que esse hormônio tenha seu efeito diminuído nos tecidos alvo. O fator de transcrição (FT) Hepatocyte Nuclear Factor 4 alpha (HNF4a) é de grande importância para a proliferação das células beta e de genes ligados à produção e secreção de insulina. Em situações do aumento de demanda metabólica como na prenhez, ou no insulto induzido por medicamento corticoide, o HNF4a é fundamental no controle da expansão da massa de células beta como resposta compensatória visando a manutenção da homeostase glicêmica. Os mecanismos de controle da expansão da massa secretora de insulina vem sendo objeto de estudo de tratamento ou cura para a DM dadas as suas possibilidades terapêuticas. Considerando o fato de que o HNF4a pode ser um potencial alvo terapêutico para o tratamento da DM e que o seu papel na expansão da massa de células beta frente à RI induzida por dieta hiperlipídica (HFD), semelhante à o que o ocorre na DM2 em humanos, é até o momento ainda desconhecido, foi realizada a pesquisa em questão. Para tanto, se optou pela utilização um modelo com camundongos Wildtype (WT) e camundongos Knockout (KO) para HNF4a, divididos em grupos alimentados com dieta padrão ou HFD por 20 semanas. Ao final desse período foi avaliada a variação na massa corporal dos animais, o consumo alimentar e calórico, a morfologia hepática e a morfometria pancreática. Através da imunofluorescência do pâncreas foi realizada a medida da área secretora de insulina e da massa de células beta dos grupos experimentais. Essa análise revelou que os animais WT/HFD apresentaram maior massa de células beta do que os WT alimentados com dieta padrão, indicando a adaptação proliferativa das células beta. Em contrapartida, os animais KO/HFD não foram capazes de expandir sua massa de células beta quando comparados com os animais WT alimentados com dieta padrão, o que significa que a ausência do HNF4a impediu com que o mecanismo compensatório de aumento da massa secretora de insulina funcionasse normalmente. Portanto, concluímos que o HNF4a é essencial para a expansão da massa de células beta em aumento da demanda metabólica induzida por dieta hiperlipídica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Farmácia
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<pubDate>Sat, 14 Sep 0009 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239565</guid>
<dc:date>0009-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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