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<title>Departamento de Fonoaudiologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249419</link>
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<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:14:16 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-01T11:14:16Z</dc:date>
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<title>Parâmetros acústicos e perceptivo auditivos da voz antes e após execução de exercício de trato vocal semiocluído</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251393</link>
<description>Parâmetros acústicos e perceptivo auditivos da voz antes e após execução de exercício de trato vocal semiocluído
Souza, Luana Felten de
Introdução: Os exercícios de trato vocal semiocluído (ETVSO) têm sido amplamente empregados no contexto da prática clínica na reabilitação de distúrbios de voz, além de serem utilizados em técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal. Este estudo visa analisar os parâmetros acústicos dos efeitos resultantes da aplicação de dois ETVSO, sendo eles o finger kazoo e o canudo de plástico rígido. Isso é particularmente relevante devido às restrições crescentes na comercialização de canudos de plástico, tendo a finalidade de diminuir o impacto ambiental sem comprometer os resultados e o benefício da  reabilitação vocal. Objetivo: Analisar os parâmetros acústicos da voz após a realização de dois ETVSO, um sendo o canudo de plástico rígido e o outro o finger kazoo. Método: Trata-se de um estudo experimental de natureza transversal, com intervenção, abrangendo indivíduos de ambos os sexos, maiores de 18 anos. Os critérios de exclusão foram indivíduos não-nativos do português brasileiro, pessoas com queixas vocais nos últimos 15 dias e/ou diagnóstico de lesões laríngeas autorreferidas e não tratadas, pessoas em reabilitação fonoaudiológica, pessoas com problemas causados por infecções nas vias aéreas superiores (IVAS) no dia da coleta e profissionais da voz artística. Foram realizados dois tipos de Exercícios de Trato Vocal Semiocluído (ETVSO), um empregando um canudo de plástico rígido e o outro denominado finger kazoo. Foram capturadas gravações das amostras vocais dos participantes após a realização dos exercícios, que foi dada de forma aleatória. Posterior ao processo da coleta, os sinais de fala foram inseridos no software PRAAT, convertidos, e extraídos em dois canais. A partir da observação dos canais de gravação, selecionava-se um canal adequado, a partir da inspeção visual da forma de onda do sinal, para posterior análise e extração da frequência fundamental (f0), medidas de perturbação de curto termo, jitter (%) e shimmer (%),  proporção harmônico-ruído e as frequências dos três primeiros formantes (F1, F2 e F3) das vogais /a/, /i/ e /u/.  Resultados: No grupo feminino, ocorreram modificações nos parâmetros acústicos relacionados ao segundo formante (F2) da vogal [i] entre o momento inicial e após a execução dos dois tipos de ETVSO. No entanto, não foram identificadas disparidades significativas nos resultados obtidos entre os exercícios. Já entre os participantes do sexo masculino, verificaram-se alterações nos parâmetros acústicos do terceiro formante (F3) da vogal [a], entre o momento inicial e pós os dois ETVSO. Similarmente, não se observaram discrepâncias significativas nos resultados entre os exercícios, o que sugere uma possível equivalência nos efeitos desses exercícios para tais parâmetros. Conclusão: As análises acústicas realizadas não evidenciaram alterações estatisticamente significativas em grande parte dos parâmetros examinados entre o momento inicial e final à execução dos dois Exercícios de Trato Vocal Semiocluído (ETVSO) em questão. No entanto, foi visto um aumento na frequência de F2[i] entre as mulheres e uma redução na frequência de F3[a] entre os homens após o momento inicial. Essas variações não apresentaram diferenças estatísticas entre os dois exercícios que foram realizados em ordem aleatória. Sendo assim, os resultados indicaram similaridades nos efeitos dos dois exercícios na caracterização do trato vocal tanto em homens quanto em mulheres.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Fonoaudiologia
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251393</guid>
<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Parâmetros acústicos e perceptivo auditivos da voz antes e após execução de exercício de trato vocal semiocluído</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251025</link>
<description>Parâmetros acústicos e perceptivo auditivos da voz antes e após execução de exercício de trato vocal semiocluído
Souza, Luana Felten de
Introdução: Os exercícios de trato vocal semiocluído (ETVSO) têm sido amplamente empregados no contexto da prática clínica na reabilitação de distúrbios de voz, além de serem utilizados em técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal. Este estudo visa analisar os parâmetros acústicos dos efeitos resultantes da aplicação de dois ETVSO, sendo eles o finger kazoo e o canudo de plástico rígido. Isso é particularmente relevante devido às restrições crescentes na comercialização de canudos de plástico, tendo a finalidade de diminuir o impacto ambiental sem comprometer os resultados e o benefício da  reabilitação vocal. Objetivo: Analisar os parâmetros acústicos da voz após a realização de dois ETVSO, um sendo o canudo de plástico rígido e o outro o finger kazoo. Método: Trata-se de um estudo experimental de natureza transversal, com intervenção, abrangendo indivíduos de ambos os sexos, maiores de 18 anos. Os critérios de exclusão foram indivíduos não-nativos do português brasileiro, pessoas com queixas vocais nos últimos 15 dias e/ou diagnóstico de lesões laríngeas autorreferidas e não tratadas, pessoas em reabilitação fonoaudiológica, pessoas com problemas causados por infecções nas vias aéreas superiores (IVAS) no dia da coleta e profissionais da voz artística. Foram realizados dois tipos de Exercícios de Trato Vocal Semiocluído (ETVSO), um empregando um canudo de plástico rígido e o outro denominado finger kazoo. Foram capturadas gravações das amostras vocais dos participantes após a realização dos exercícios, que foi dada de forma aleatória. Posterior ao processo da coleta, os sinais de fala foram inseridos no software PRAAT, convertidos, e extraídos em dois canais. A partir da observação dos canais de gravação, selecionava-se um canal adequado, a partir da inspeção visual da forma de onda do sinal, para posterior análise e extração da frequência fundamental (f0), medidas de perturbação de curto termo, jitter (%) e shimmer (%),  proporção harmônico-ruído e as frequências dos três primeiros formantes (F1, F2 e F3) das vogais /a/, /i/ e /u/.  Resultados: No grupo feminino, ocorreram modificações nos parâmetros acústicos relacionados ao segundo formante (F2) da vogal [i] entre o momento inicial e após a execução dos dois tipos de ETVSO. No entanto, não foram identificadas disparidades significativas nos resultados obtidos entre os exercícios. Já entre os participantes do sexo masculino, verificaram-se alterações nos parâmetros acústicos do terceiro formante (F3) da vogal [a], entre o momento inicial e pós os dois ETVSO. Similarmente, não se observaram discrepâncias significativas nos resultados entre os exercícios, o que sugere uma possível equivalência nos efeitos desses exercícios para tais parâmetros. Conclusão: As análises acústicas realizadas não evidenciaram alterações estatisticamente significativas em grande parte dos parâmetros examinados entre o momento inicial e final à execução dos dois Exercícios de Trato Vocal Semiocluído (ETVSO) em questão. No entanto, foi visto um aumento na frequência de F2[i] entre as mulheres e uma redução na frequência de F3[a] entre os homens após o momento inicial. Essas variações não apresentaram diferenças estatísticas entre os dois exercícios que foram realizados em ordem aleatória. Sendo assim, os resultados indicaram similaridades nos efeitos dos dois exercícios na caracterização do trato vocal tanto em homens quanto em mulheres.
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação do reconhecimento de sentenças em crianças usuárias de implante coclear</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250993</link>
<description>Avaliação do reconhecimento de sentenças em crianças usuárias de implante coclear
Rodrigues, Júlia Moreira
Para avaliar a evolução das habilidades auditivas em crianças com perda auditiva são utilizados protocolos padronizados que buscam avaliar a percepção dos sons de fala, auxiliando na validação da intervenção e confiabilidade dos resultados adquiridos. Esses protocolos são conhecidos como testes de percepção de fala e permitem analisar o quanto a criança com perda auditiva consegue extrair informações acústicas do sinal da fala que chegam ao seu campo dinâmico da audição. Atualmente a maior parte dos testes de percepção de fala disponíveis no Brasil utilizam como estímulos palavras não gravadas, sendo que para o público infantil a literatura especializada recomenda a utilização de sentenças. Visto que estas além de verificar a real habilidade auditiva do paciente, proporcionam uma aproximação direta com situações de comunicação do cotidiano. No entanto, a maior parte do teste de percepção de fala com sentenças disponíveis nacionalmente não são próprias para crianças. Desta forma os pesquisadores do atual estudo elaboraram um teste com sentenças para avaliar o reconhecimento de fala em crianças com implante coclear. Objetivo: Avaliar o reconhecimento de sentenças em crianças usuárias de implante coclear. Metodologia: Esta pesquisa se caracteriza por ser de caráter descritivo e observacional. O estudo foi realizado em quatro etapas: 1) gravação do teste; 2) edição e Incorporação ao software perSONA; 3) recrutamento dos participantes; 4) estudo com crianças usuárias de implante coclear de sete a doze anos de idade, formando o grupo estudo (GE), e com crianças com desenvolvimento típico pareado conforme a idade deste estudo  formando o grupo controle (GC). Para ambos os grupos foram excluídas crianças que apresentaram evidências de alterações neurológicas ou cognitivas. Foi aplicado em ambos os grupos um teste de reconhecimento de sentenças denominado RASP infantil, no qual foram analisadas as listas que as crianças apresentam maior ocorrência de erros, a pesquisa do Limiar de Reconhecimento de Sentenças no Silêncio (LRSS), pesquisa da relação sinal ruído (S/R) e o reconhecimento de sentenças na relação +10dB fixa.  Resultado: inicialmente foi realizado seleção de locutor e subsequente gravação das sentenças, as quais foram implementadas no software perSONA, plataforma que disponibiliza o teste para a comunidade acadêmica. A pesquisa envolveu dez pacientes, sendo cinco no GE e cinco no GC. O LRSS teve média de aproximadamente 75 dB no GE e 45 dB no GC. Já na relação sinal/ruído (S/R) a média estava em torno de +22 dB e no GC + 2dB. As crianças do GE apresentaram melhor desempenho na condição de S/R de +10 fixo. Foram apresentados mais erros na concordância plural de palavras e omissões ocasionais de numerais e adjetivos das frases no GE. Analisando as respostas de ambos os grupos, constatou-se que a Lista 2 teve o maior número de erros, com 177, enquanto a Lista 3 o menor número de erros, com 23.  Conclusão: foi possível verificar um reconhecimento de fala superior no silêncio e especialmente com ruído competitivo no GC. Esses resultados estão em consonância com as evidências apresentadas na literatura atual, que destacam os desafios enfrentados por crianças com implantes cocleares no que diz respeito ao reconhecimento da fala em ambientes ruidosos, além disso, a relação S/R observada neste estudo está em linha com a faixa frequentemente relatada na literatura. Acredita-se que o teste RASP infantil é uma ferramenta valiosa para fonoaudiólogos em suas práticas clínicas e uma contribuição importante para a pesquisa científica na área de percepção de fala. Esse teste é especialmente relevante para avaliar e monitorar o reconhecimento de fala em crianças usuárias de IC, contribuindo para a prática profissional e o acompanhamento dos pacientes.
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da compreensão oral: avanços e desafios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250923</link>
<description>Avaliação da compreensão oral: avanços e desafios
Gabriel, Pacheco Nunes
A discussão sobre protocolos para a avaliação da linguagem compreensiva na literatura brasileira ainda é muito recente. Há poucos instrumentos construídos que tenham sido normatizados e padronizados respeitando a cultura brasileira. A variedade e tipos de avaliação da compreensão oral sugerem que um estudo pautado na perspectiva sócio-histórica é inovador e pode auxiliar na elaboração de uma avaliação de compreensão oral que considere a interação como ponto principal de análise. Especificamente sobre a narrativa, os estudos sobre compreensão são também escassos. Neste sentido, o objetivo deste projeto é aplicar e discutir o protocolo de avaliação da compreensão de  narrativas orais infantis por meio do reconto em crianças com queixas de alterações linguístico-cognitivas. Considerou-se nessa proposta uma avaliação mediada (dinâmica) para a análise da compreensão. Foi utilizado um instrumento contendo dois contos e apresentado para 4 crianças com queixa de alteração linguístico-cognitiva entre 5 e 7 anos de idade. Essas crianças foram identificadas como tendo, pelo menos, dois dos quatro indicadores: queixa dos pais, queixa dos professores, observação de problemas de linguagem durante a avaliação; resposta do teste do ABFW (vocabulário) abaixo do esperado. Os dados foram analisados a partir dos critérios estabelecidos abaixo: a) Cadeia de Ações e Eventos elaborada a partir das narrativas; b) Esquema de Narrativas (adaptação de Petersen, Gillam  &amp; Gillam, 2008); c) Formas de Mediação (elaborar parâmetros). Os resultados apresentados evidenciam os seguintes pontos como relevantes para a aplicação desse instrumento em crianças com queixas de dificuldades linguístico-cognitivas: a) há diferenças quantitativas e qualitativas entre reconto com gravura única e com sequência de gravuras; b) a mediação é fundamental para o reconto nesse grupo de crianças, contudo é necessário uma maior análise do tipo de estratégia que beneficia cada criança; c)  As dificuldades de cada criança precisam ser analisadas em relação a mediação e a complexidade de cada história; d) a história 1 foi mais compreendida que a história 2.  Conclusão: O estudo piloto realizado destacou a necessidade do uso de uma sequência de gravuras como mediação para o reconto, assim como a elaboração de parâmetros mais definidos para a mediação para que possa ser utilizado como eliciador da compreensão da linguagem. Sugere-se ainda que as histórias possam ser analisadas em termos de hierarquia utilizando critérios relacionados aos níveis de compreensão: história 1 (Periná) e história 2 (A Piloti Azul). Para estabelecimento de todos esses critérios há a necessidade de aprofundamento da pesquisa tanto em termos qualitativos, relação com os níveis de compreensão oral, quanto quantitativos, aplicação desse instrumento em um número maior de crianças
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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