<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de Fonoaudiologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257130</link>
<description/>
<pubDate>Fri, 01 May 2026 04:37:49 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-01T04:37:49Z</dc:date>
<item>
<title>Prevalência de desvantagem vocal em professores: uma revisão sistemática</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259755</link>
<description>Prevalência de desvantagem vocal em professores: uma revisão sistemática
Silva, Maria Victória de Carvalho
Objetivo: Identificar a taxa de prevalência global de desvantagem vocal (DV) em professores, independente do nível de ensino, utilizando o Índice de Desvantagem Vocal (IDV) como instrumento de análise da desvantagem. Metodologia:  O protocolo foi registrado no PROSPERO sob nº CRD42024521571 e seguiu as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses (PRISMA) para elaboração de revisões sistemáticas e metanálises de estudos transversais. Foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed, Eric, LILACS, Embase, Scopus e Web of science abrangendo estudos publicados até março de 2023. Os critérios de elegibilidades foram estudos transversais com a população de professores que utilizaram o protocolo IDV. Os dados foram extraídos com uso do software Endnote e foram exportados para o software Rayyan, onde os estudos foram selecionados e analisados as cegas e independente por dois revisores em cada etapa. Os dados estudos selecionados foram organizados numa planilha Excel para análise qualitativa das seguintes variáveis: autores, ano de publicação, local, amostra (n), características da amostra, conceito de desvantagem, ponto de corte e taxa de prevalência. Resultados: Um total de 19 estudos foram incluídos,abrangendo amostras de professores de diferentes regiões, com predominância de estudos realizados no Brasil, Europa e Ásia. A maioria dos estudos focou em professores do ensino fundamental (68,42%), com uma participação maior de mulheres, representando cerca de 70% das amostras totais. No geral, houve grande variabilidade nas taxas de prevalência de DV entre professores (2,1 a 83,7%). A taxa de prevalência entre professores do ensino fundamental variou de 8 a 84%; a taxa entre professores universitários variaram  de 20 a 35%; enquanto a prevalência entre  professores do ensino infantil tiveram menos variação  de (60 a 68%). Com relação à versão do instrumento, treze estudos (78,94%) aplicaram a versão IDV-10, enquanto os demais usaram a versão longa do instrumento (IDV-30). Observa-se que a maioria dos estudos usou ponto de corte diferente no uso do instrumento, sendo que apenas seis estudos usaram o mesmo ponto de corte, igual a 11, para categorização de DV. Conclusões: A revisão sistemática mostrou que a prevalência de desvantagem vocal entre professores é alta. Pode-se explicar a grande variabilidade das taxas por conta da  falta de padronização no uso dos pontos de corte para como critério diagnóstico e pela modalidade de ensino. Portanto, é urgente a  uniformização desse critério para que seja possível comparar as taxas de prevalência nos diferentes países e  modalidades de ensino. A carga vocal excessiva é um fator de risco que pode comprometer a saúde de professores e conhecer a prevalência deste agravo implica no planejamento de ações mais eficazes para prevenir e reabilitar este problema promover a saúde vocal desta categoria de trabalhador.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde&#13;
Departamento de Saúde Pública
</description>
<pubDate>Mon, 24 Sep 0008 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259755</guid>
<dc:date>0008-09-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Avaliação da compreensão da linguagem oral: avanços e desafios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259434</link>
<description>Avaliação da compreensão da linguagem oral: avanços e desafios
Nunes, Gabriel Pacheco
INTRODUÇÃO: A análise da compreensão das narrativas é comumente realizada por meio do reconto e perguntas/respostas, mediadas ou não por gravuras. O reconto oral é definido como a situação em que a criança reconta uma história imediatamente após ouvi-la1. Crianças com dificuldades linguísticas podem enfrentar desafios para elaborar o reconto. Neste caso, a mediação é um suporte eficaz para o trabalho linguístico2. Contudo, não há na literatura brasileira pesquisas que discutam categorização para mediação durante o reconto. OBJETIVO: Elaborar categorias de análise para a mediação utilizadas durante o reconto. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo piloto envolvendo dois contos apresentados para 8 escolares entre 5 e 7 anos de idade, sendo 4 sem queixas de dificuldades linguístico-cognitivas e 4 com dificuldades de contar histórias, atenção ou de expressão, segundo seus pais ou professores. Essas crianças foram convidadas a realizar o reconto após a escuta dos contos e receberam mediação dos avaliadores, quando necessário. Os dados foram gravados em áudio e transcritos para a análise a partir da perspectiva sócio-histórica3. RESULTADOS: A mediação foi categorizada em 10 estratégias: Feedback do avaliador; Perguntas de apoio para seguimento; Perguntas diretas abertas; Perguntas diretas fechadas; Perguntas de complementaridade dialógica; Perguntas de complementaridade intertextua; Perguntas de complementaridade corrigida; Perguntas  reflexivas; Perguntas com apoio de síntese; Pergunta com apoio de gravura. As mediações utilizadas variaram em quantidade e qualidade, e o desempenho da criança foi determinado por uma pontuação relacionada ao suporte fornecido, ou seja, pelo “índice de mediação”. A pontuação para cada estratégia variou de zero a três, sendo que quanto maior o índice menor a necessidade de suporte. O nível zero é atribuído para a criança que não conseguiu responder à mediação; o nível 1 para a criança necessitou de mais de 5 estratégias, geralmente, mais intensas como perguntas de complementaridade, perguntas abertas e fechadas; o nível 2 para a criança precisou de até 5 estratégias e as perguntas, no geral, podem ser mais abertas e reflexivas, além das perguntas de apoio para o seguimento; no nível 3, a criança precisou de pouca ou nenhuma ajuda, podendo necessitar tão somente de feedback do avaliador e/ou perguntas de apoio ao seguimento. CONCLUSÃO: O estudo evidencia que a mediação é primordial para possibilitar o reconto de crianças com dificuldades linguísticas e/ou que estão no processo de aquisição das narrativas. As categorias elaboradas podem servir como guia para o trabalho de intervenção nas escolas e clínicas, identificando os níveis de apoio que possibilitem explorar o potencial de aprendizado da criança.
Seminário de iniciação científica e tecnológica. Universidade federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de fonoaudiologia.
</description>
<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259434</guid>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Avaliação da Compreensão da Linguagem Oral: Avanços e desafios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259362</link>
<description>Avaliação da Compreensão da Linguagem Oral: Avanços e desafios
Valeria, Sarah de March
Nas cenas de leitura em voz alta, a interação se realiza em formas verbais e não-verbais (gestos, expressão facial, vocalizações,, etc.). Na avaliação da compreensão das narrativas, a leitura conjunta tem sido construída por meio de cenários a partir das posições entre o leitor, o ouvinte e o livro. Nesses contextos, os aspectos não verbais são importantes indicadores de participação da criança e apresentam implicações para a compreensão. O objetivo deste projeto é analisar os aspectos verbivocovisuais na interação avaliador/criança durante a avaliação das narrativas orais. Trata-se de um estudo de caso envolvendo quatro crianças na faixa etária de 5 a 7 anos de idade. Essas crianças foram convidadas a escutar duas histórias com apoio de livros ilustrados e posteriormente elaborar um reconto para a avaliação da compreensão de narrativas. Os dados foram gerados em uma sala cedida na escola em que as crianças estudavam. A análise foi baseada no conceito de tridimensionalidade da linguagem, que engloba aspectos verbais (fala e escrita), vocais (vocalização e entonação) e gestuais (gestos articulatórios, corporais, visuais e faciais). Além disso, considerou-se as posições entre leitor x ouvinte x livro durante a contação. Os dados permitiram a construção das seguintes categorias para a cena enunciativa de contação de história: a) Aspectos verbais; b) Posição leitor x ouvinte x livro; c) Gestos visuais; d) Expressão Facial; e) Gestos corporais e manuais. Observou-se que a posição em frente ao ouvinte, com o livro virado para a criança, favoreceu o contato visual entre os interlocutores, permitindo a percepção do leitor sobre a participação da criança. As demais posições dificultam a percepção do leitor quanto às formas não-verbais expressas pelo ouvinte. Os aspectos vocais (prosódia da leitura) e gestuais do leitor (expressão facial e corporal) também foram evidenciados como importantes para o engajamento da criança na leitura. Já a expressão facial do ouvinte forneceu indícios para o leitor fazer os ajustes interativos necessários. Concluindo, pode-se dizer que esta pesquisa evidenciou a importância de se considerar a interação não verbal entre leitor e ouvinte como significativa para a compreensão oral, pois permite o monitoramento e a realização dos ajustes necessários para garantir o engajamento da interação. Acrescenta-se ainda a necessidade de mais estudos sobre o tema no Brasil.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica- Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia
</description>
<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259362</guid>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Comprometimento cognitivo, zumbido auto percebido e desvantagem auditiva em idosos usuários de aparelhos auditivos: uma análise de monitoramento</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259314</link>
<description>Comprometimento cognitivo, zumbido auto percebido e desvantagem auditiva em idosos usuários de aparelhos auditivos: uma análise de monitoramento
Woide, Luciele Kauana
Introdução: O processo de envelhecimento ocasiona modificações morfológicas, funcionais, psicológicas e fisiológicas. Entre essas alterações está o zumbido, sendo descrito como uma sensação auditiva percebida pelo indivíduo sem relação com o meio externo. Além disso, a redução da acuidade auditiva pode acelerar o processo de declínio cognitivo, devido às limitações que a hipoacusia traz, como a dificuldade de comunicação e o isolamento social. Objetivo: Realizar uma análise longitudinal da percepção da desvantagem auditiva, comprometimento cognitivo e do zumbido auto percebido em idosos em uso de Aparelho de Amplificação Sonora Individual Metodologia: Estudo longitudinal com análise das mudanças com o tempo de uso de aparelhos auditivos em idosos atendidos em um Serviço Ambulatorial de Saúde Auditivo (SASA) no sul Brasil, no período de no período de maio de 2021 a julho de 2022. Foram utilizados protocolo de rastreio cognitivo, questionário para verificação da sintomatologia do zumbido e para a auto percepção auditiva com reavaliação segundo o tempo de monitoramento. Resultados esperados: Espera-se que idosos em processo de reabilitação auditiva apresentam melhores respostas auditivas, cognitivas e redução da auto percepção do zumbido com o tempo de uso dos Aparelhos de Amplificação Sonora Individual. Resultados: O estudo incluiu 654 idosos em reabilitação auditiva no SASA, com média de idade de 73 anos e predominância de mulheres (51,6%). A maioria tinha ensino fundamental (73%) e renda entre um e três salários mínimos (87,1%). Sobre saúde, 44,65% tinham hipertensão, 73,24% diabetes, e 70% avaliaram sua saúde como boa ou regular. A prevalência de perda auditiva neurossensorial foi de 76,56%, e 55,23% sentiram desvantagem significativa. A média do MoCA foi de 15,94, com 86,27% apresentando comprometimento cognitivo leve. A prevalência de zumbido foi de 38,54%, sem associação significativa com o grau de perda auditiva. Conclusão: Os resultados mostram que a piora na perda auditiva está associada à redução na pontuação do MoCA entre idosos. A maioria sente desvantagem social e incômodo com zumbido, destacando o impacto do sintoma na qualidade de vida dos usuários.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Fonoaudiologia.
</description>
<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259314</guid>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
