Reprodutibilidade e influência da maturacão biológica no desempenho do teste t-car em jogadores de futebol de 10 a 13 anos

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Reprodutibilidade e influência da maturacão biológica no desempenho do teste t-car em jogadores de futebol de 10 a 13 anos

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. en
dc.contributor.advisor Guglielmo, Luiz Guilherme Antonacci
dc.contributor.author Teixeira, Anderson Santiago
dc.date.accessioned 2013-07-22T11:43:06Z
dc.date.available 2013-07-22T11:43:06Z
dc.date.issued 2012
dc.date.submitted 2012
dc.identifier.uri http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/103761
dc.description TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Curso de Graduação em Educação Física. en
dc.description.abstract A potência aeróbia máxima é considerada uma variável importante para o desempenho competitivo de jogadores de futebol. A escolha e seleção de testes válidos e fidedignos são recomendados para uma boa avaliação da potência aeróbia máxima. O teste T-CAR foi recentemente validado para predição da potência aeróbia máxima e o PV apresentou alta reprodutibilidade em jogadores adultos jovens (sub- 20). No entanto, na faixa etária de 10-13 anos ainda não foi investigada a reprodutibilidade, e sabe-se que o estado maturacional pode influenciar diretamente o desempenho em testes físicos, como o T-CAR. Portanto, o objetivo deste estudo foi verificar a reprodutibilidade do PV e FCmax determinado no T-CAR e a influência da maturação biológica sobre a performance de jogadores de futebol de 10 a 13 anos durante a realização do T-CAR. Participaram do estudo 37 adolescentes jogadores de futebol (12,5±1,1 anos, 43,4±11,1 kg, 152,2±10,8 cm, 16,68±4,60 % de gordura). Inicialmente os atletas realizaram o teste T-CAR para determinação do pico de velocidade (PV) e frequência cardíaca máxima (FCmax). O T-CAR possui multiestágios de 12s de corrida de ida e volta com pausas de 6s, velocidade inicial de 9,0 km.h-1 (incrementos de 0,6 km.h-1 a cada 90 segundos). Posteriormente, em outro dia, os atletas realizaram as avaliações de maturação sexual e esquelética no hospital para determinação dos estágios de Tanner e idade esquelética, respectivamente. Foi empregada a análise descritiva (média e desvio-padrão), seguido do teste de Shapiro- Wilk para verificar a normalidade dos dados. A análise de variância ANOVA oneway foi utilizada para comparar a diferença entre os valores de PV e as variáveis referentes à antropometria e maturação biológica dos atletas classificados nos diferentes estágios maturacionais esqueléticos, seguido do teste post-hoc de Tukey. Para verificar a reprodutibilidade do PV e FCmax foram utilizados o coeficiente de correlação intraclasse (CCI), erro típico de medida (ETM), coeficiente de variação do ETM (ETMCV). O PV obtido no T-CAR não apresentou diferenças significativas entre os grupos maturacionais (14,4±0,7 vs. 14,7±1,1 vs. 14,3±0,9 km.h-1, para o grupo atrasado, normal e adiantado, respectivamente). Além disso, não houve diferença significativa para os valores de PV (14,2±1,0 vs. 14,4±1,1 km.h-1; p>0,05) e FCmax (201±9 vs. 203±10 bpm; p>0,05) entre a situação de teste e reteste, assim como encontrou-se correlações alta e muito alta para os valores de FCmax (r=0.67) e PV (r=0.85) obtidos no T-CAR, respectivamente. Esses resultados destacam que o teste de campo T-CAR é reprodutível para avaliação da aptidão aeróbia de atletas de futebol no início da adolescência (10 a 13 anos) e que a performance no T-CAR não é influenciada pela maturação biológica, apresentando desta forma, implicações relevantes para detecção de jovens atletas talentosos. en
dc.format.extent 77f. en
dc.language.iso por en
dc.subject Reprodutibilidade en
dc.subject Jovens jogadores de futebol en
dc.subject Maturação en
dc.title Reprodutibilidade e influência da maturacão biológica no desempenho do teste t-car em jogadores de futebol de 10 a 13 anos en
dc.type TCCgrad en
dc.contributor.advisor-co Silva, Juliano Fernandes da


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