Transformando resíduos em nanofertilizantes: uma rota de produção sustentável

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Transformando resíduos em nanofertilizantes: uma rota de produção sustentável

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Hotza, Dachamir
dc.contributor.author Caberlim, Yasmin Santos
dc.date.accessioned 2024-09-24T10:25:02Z
dc.date.available 2024-09-24T10:25:02Z
dc.date.issued 2024-09-23
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259949
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico. Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos. pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho explorou a transformação de resíduos de nefelina sienito, uma rocha essencial para as indústrias de vidro e cerâmica, em nanofertilizantes, oferecendo uma alternativa sustentável para o fornecimento de potássio na agricultura. O projeto esteve alinhado com o Plano Nacional de Fertilizantes 2050, que buscou identificar áreas potenciais para a produção de agrominerais prioritários, visando aprimorar a eficiência no uso de nutrientes e a qualidade da produção de alimentos no Brasil. Atualmente, existem três grandes depósitos de nefelina no mundo, mas apenas um está em exploração comercial. A empresa B4F, parceira deste projeto, teve acesso a uma reserva de mais de 20 milhões de toneladas de nefelina no Sul da Bahia. O beneficiamento dessa rocha gera itens de alta pureza, e os resíduos gerados, ricos em potássio e nutrientes essenciais, apresentaram potencial para reduzir a dependência de fertilizantes importados e minimizar os impactos ambientais da produção convencional, promovendo a economia circular ao reaproveitar resíduos de mineração. O projeto foi realizado em parceria entre a UFSC (Engenharia Química) e a UFBA (Ciências Agronômicas) e dividido em três etapas. A primeira etapa ocorreu no laboratório IBRA, onde os resíduos foram certificados de acordo com a Instrução Normativa nº 5/2016 do MAPA. Após o transporte, a matéria-prima foi acondicionada na UFSC para a segunda etapa, que incluiu quatro passos. O primeiro passo consistiu na caracterização do material por técnicas como granulometria a laser, fluorescência e difração de raios-X. O segundo passo envolveu o pré-planejamento da moagem, visando identificar a combinação ideal de fatores para reduzir o tamanho das partículas. O terceiro passo consistiu na avaliação da formulação final dos remineralizadores de potássio. Após isso, o quarto passo avaliou a taxa de liberação de potássio em ambiente controlado, coletando alíquotas da solução para análise da concentração liberada, conforme a norma ABNT NBR 13805. A terceira etapa, conduzida pela UFBA, envolveu estudos agronômicos com testes em casas de vegetação para avaliar a eficiência dos remineralizadores em condições sem plantas e com plantas-teste. Estudos de campo foram previstos para validar o produto em fazendas na região sudoeste da Bahia. Os resultados preliminares indicaram que os resíduos de nefelina sienito possuíam grande potencial como remineralizadores de solo, embora desafios técnicos relacionados à moagem e validação agronômica precisassem ser superados. Adaptações nos procedimentos laboratoriais foram necessárias devido a limitações e inconsistências nos resultados. A continuidade da pesquisa incluiu testes de campo e análises de impacto ambiental, buscando garantir a segurança e eficácia dos nanofertilizantes desenvolvidos. pt_BR
dc.format.extent Vídeo. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.title Transformando resíduos em nanofertilizantes: uma rota de produção sustentável pt_BR
dc.type Video pt_BR


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