Conhecimento e prática de enfermeiros acerca da avaliação e cuidados a pessoas com feridas: estudo exploratório
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Gonçalves, Natália |
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| dc.contributor.author |
Silva, Karoline |
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| dc.date.accessioned |
2024-12-13T21:44:09Z |
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| dc.date.available |
2024-12-13T21:44:09Z |
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| dc.date.issued |
24-11-19 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261689 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Enfermagem. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Introdução: O conhecimento na avaliação das feridas agudas e crônicas empodera as ações de cuidado dos enfermeiros. São de responsabilidade técnica e legal desses profissionais a avaliação e prescrição de condutas para melhoria das lesões de pele. Objetivo: Analisar o conhecimento de enfermeiros acerca da avaliação e dos cuidados necessários para a cicatrização de feridas. Método: Estudo de abordagem qualitativa, com enfermeiros assistenciais em um hospital universitário do Sul do país. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário semiestruturado voltado para atingir aos objetivos desta pesquisa e, um instrumento de autoeficácia percebida. As entrevistas ocorreram no ambiente de trabalho, de acordo com a disponibilidade de cada profissional, foram gravadas e posteriormente transcritas. A análise do conteúdo dos dados foi realizada manualmente pelas pesquisadoras, guiadas pelo referencial de Minayo. O projeto foi aprovado no comitê de ética local parecer número 6.254.491. As gravações de voz foram realizadas mediante a aprovação dos participantes. Para manter o anonimato dos enfermeiros, as falas foram identificadas como E1 (entrevista 1) até E19. Resultados: Participaram 19 enfermeiros, em sua maioria do gênero feminino, com média de idade de 40 anos, 79,2% tinha pós-graduação e, tempo médio de atuação de seis anos. Desses 19 participantes, quinze (78,9%) já participaram de cursos sobre feridas. Quanto à autoeficácia, a pontuação em alguns itens evidencia a insegurança de alguns profissionais em novas situações e realizar procedimentos sem ajuda. As falas foram analisadas e emergiram cinco categorias: 1) Conhecimento sobre avaliação de feridas; 2) Conhecimento sobre terapêuticas para tratamento das feridas; 3) Desafios estruturais e limitações de recursos; 4) Autonomia e dependência de especialistas; 5) Conhecimento e capacitação contínua. Considerações finais: O estudo destacou que os enfermeiros têm conhecimento prático acerca da avaliação e tratamento de feridas, porém limitado. Aponta a falta de capacitações e treinamento sobre feridas. Problemas estruturais como falta de recursos e a sobrecarga de trabalho impactam na assistência de qualidade. Há a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho e implementar treinamentos regulares e revisões de protocolos. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
53 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Lesões |
pt_BR |
| dc.subject |
Ferimentos |
pt_BR |
| dc.subject |
Enfermagem |
pt_BR |
| dc.subject |
Educação em saúde |
pt_BR |
| dc.subject |
Conhecimento |
pt_BR |
| dc.title |
Conhecimento e prática de enfermeiros acerca da avaliação e cuidados a pessoas com feridas: estudo exploratório |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Lino, Monica Motta |
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