| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
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| dc.contributor.advisor |
Haas, Patrícia |
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| dc.contributor.author |
Barcelos, Francine Varlete Leopoldina |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-08T23:19:55Z |
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| dc.date.available |
2025-12-08T23:19:55Z |
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| dc.date.issued |
2023 |
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| dc.identifier.other |
394929 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270635 |
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| dc.description |
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Fonoaudiologia, Florianópolis, 2023. |
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| dc.description.abstract |
Introdução: A perda auditiva induzida por ruído (PAIR) ou, perda auditiva ocupacional, consiste no resultado da exposição contínua aos elevados níveis de pressão sonora e é classificada como do tipo neurossensorial, bilateral, irreversível e de início progressivo. A partir de protocolos clínicos é possível identificar fatores de riscos às perdas auditivas, contudo, para a associação da perda auditiva e doenças metabólicas e hormonais, ainda são poucos estudos publicados demonstrando a associação ao ruído ocupacional. Objetivo: Verificar a associação entre a perda auditiva em trabalhadores e as doenças metabólicas. Método: Estudo transversal retrospectivo com análise dos dados de trabalhadores atendidos em duas clínicas de saúde ocupacional (C1 e C2), expostos ao risco de ruído ocupacional da cidade de Florianópolis, no período de janeiro de 2020 a dezembro de 2022, conforme os dados dos exames referenciais a partir do ano de 2005. Primeiramente os dados foram tabulados em planilhas do programa Microsoft Excel® para depois exporta-los e realizar análises por meio do software MedCalc® Statistical Software versão 22.006. Resultados: foram avaliados n=97 sujeitos com mediana de idade de 51 anos para sujeitos com perda auditiva e 41,5 para sujeitos sem perda auditiva; 73,20% do sexo masculino; 34% com ensino fundamental, evidenciando como características mais frequentes a queixa de zumbido (28,90%), exposição ao ruído ocupacional (64,90%) e uso de medicação para tratamento de doenças cardiovasculares (89,70%), além de alterações do sistema digestivo e metabolismo (24,70%). Em relação à perda auditiva, n=53 sujeitos apresentaram perda auditiva neurossensorial, não houve associação estatística entre o grau da perda auditiva e a classe de medicamentos. Conclusão: Observou-se maior comprometimento e declínio dos limiares auditivos nos resultados na C2 onde não são aplicadas estratégias de prevenção à perda auditiva. Não houve associação entre a perda auditiva e o tempo de tratamento da doença referida, entretanto, houve predomínio no uso de medicamentos para o tratamento de doenças cardiovasculares com risco para o desencadeamento ou agravamento da perda auditiva nestes sujeitos. |
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| dc.description.abstract |
Abstract: Introduction: Noise-induced hearing loss (NIHL) or occupational hearing loss, is the result of continuous exposure to high levels of sound pressure and is classified as sensorineural, bilateral, irreversible and progressive in onset. Based on clinical protocols, it is possible to identify risk factors for hearing loss, however, regarding the association of hearing loss and metabolic and hormonal diseases, there are still few published studies demonstrating the association with occupational noise. Objective: To verify the association between hearing loss in workers with metabolic diseases. Method: Retrospective cross-sectional study analyzing data from workers attended at two occupational health clinics (C1 and C2), exposed to the risk of occupational noise in the city of Florianópolis, from January 2020 to December 2022, considering data from reference exams from 2005 onwards. The data were organized in Microsoft Excel® spreadsheets and later exported and analyzed using MedCalc® Statistical Software version 22.006. Results: n=97 subjects were evaluated, with a median age of 51 years for subjects with hearing loss and 41,5 for subjects without hearing loss; 73.20% male; 34% with primary education, with the most frequent characteristics being complaints of tinnitus (28.90%), exposure to occupational noise (64.90%) and use of medication to treat cardiovascular diseases (89.70%), in addition to changes of the digestive system and metabolism (24.70%). Regarding hearing loss, n=53 subjects presented sensorineural hearing loss and there was no statistical association between the degree of hearing loss and the class of medication. Conclusion: Greater impairment and decline in hearing thresholds were observed in the results in C2 where hearing loss prevention strategies are not applied. There was no association between hearing loss and the duration of treatment for the referred disease, however, there was a predominance in the use of medications for the treatment of cardiovascular diseases with a risk of triggering or worsening hearing loss in these subjects. |
en |
| dc.format.extent |
62 p.| il., gráfs. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.subject.classification |
Fonoaudiologia |
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| dc.subject.classification |
Perda auditiva provocada por ruído |
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| dc.subject.classification |
Síndrome metabólica |
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| dc.subject.classification |
Atenção primária à saúde |
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| dc.title |
Associação da perda auditiva ocupacional e doenças metabólicas |
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| dc.type |
Dissertação (Mestrado) |
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| dc.contributor.advisor-co |
Paiva, Karina Mary de |
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