A indústria cultural em Adorno e o mito do consumo como expressão de racionalidade

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A indústria cultural em Adorno e o mito do consumo como expressão de racionalidade

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor LISBOA, Armando de Melo
dc.contributor.author SILVA, Gabriel Herculano Ariston Rodrigues da
dc.date.accessioned 2025-12-12T13:08:10Z
dc.date.available 2025-12-12T13:08:10Z
dc.date.issued 2025-12-02
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271008
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia. pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho desenvolve uma crítica à racionalidade econômica e ao consumo na modernidade tardia a partir da tradição teórica da Escola de Frankfurt, com ênfase no pensamento de Theodor W. Adorno. O estudo, em desacordo com a escola ortodoxa, propõe compreender o consumo não como expressão de uma escolha racional, mas como fenômeno sócio-histórico, estruturado por mecanismos da dominação. As críticas à racionalidade instrumental e à indústria cultural desvelam a estetização empobrecida da vida cotidiana e a mercantilização da experiência, nas quais o desejo e as aspirações são capturados pela lógica da equivalência. A partir de Adorno, o kitsch aparece como forma estética degradada que converte a contradição em conciliação ilusória. O trabalho, ao integrar filosofia e economia, formula uma análise dialética do consumo que expõe a contradição presente na expressão da individualidade a partir de signos culturais reificados. Conclui-se que o pensamento dialético permanece como possibilidade crítica de resistência à sistemas metafísicos fechados que busquem explicar o consumo de forma estritamente matemática. pt_BR
dc.description.abstract This thesis develops a critique of economic rationality and consumption in late modernity based on the theoretical tradition of the Frankfurt School, with emphasis on the thought of Theodor W. Adorno. In contrast to the orthodox school, the study seeks to understand consumption not as an expression of rational choice but as a sociohistorical phenomenon structured by mechanisms of domination. The critiques of instrumental rationality and the culture industry reveal the impoverished aestheticization of everyday life and the commodification of experience, in which desire and aspirations are captured by the logic of equivalence. From Adorno’s perspective, kitsch emerges as a degraded aesthetic form that turns contradiction into illusory reconciliation. By integrating philosophy and economics, the work formulates a dialectical analysis of consumption that exposes the contradiction inherent in the expression of individuality through reified cultural signs. It concludes that dialectical thought remains a critical possibility of resistance to closed metaphysical systems that seek to explain consumption in strict mathematical terms. pt_BR
dc.format.extent 32 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Adorno pt_BR
dc.subject Indústria Cultural pt_BR
dc.subject Consumo pt_BR
dc.subject Racionalidade pt_BR
dc.title A indústria cultural em Adorno e o mito do consumo como expressão de racionalidade pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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