Alterações das Concentrações de MDA Durante o Choque Séptico e Efeitos de Tratamentos Antioxidantes

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Alterações das Concentrações de MDA Durante o Choque Séptico e Efeitos de Tratamentos Antioxidantes

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Pinheiro, Lucas Cesar
dc.contributor.author Zuri, Kauana Neves
dc.date.accessioned 2025-12-13T18:16:24Z
dc.date.available 2025-12-13T18:16:24Z
dc.date.issued 2025-12-01
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271091
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. pt_BR
dc.description.abstract A sepse é uma síndrome definida por um foco infeccioso que desencadeia respostas pró-inflamatórias e alterações significativas em diversos sistemas. Compreende-se que a sepse produz excessivamente espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, como o óxido nítrico (NO), cuja alta reatividade desta espécie leva à modificações estruturais e funcionais de proteínas, resultando em uma intensa vasodilatação sistêmica, caracterizada pela hiporreatividade vascular à agentes vasopressores. A hipotensão persistente, pressão arterial média ≤ 65 mmHg e hiperlactatecmia caracterizam a evolução do quadro ao choque séptico. Uma consequência direta do estresse oxidativo na sepse é a peroxidação lipídica, um dano às membranas celulares impulsionado por espécies altamente reativas, como o peroxinitrito. Esse processo agrava o dano tecidual ao gerar produtos tóxicos, sendo o malondialdeído (MDA), o principal marcador utilizado para quantificar a extensão dessa lesão celular. Dessa forma, foi avaliado o impacto da sepse através do aumento de MDA e o efeito de tratamentos agudos com antioxidantes. Foram utilizadas duas metodologias para a quantificação de malondialdeído, TBARS (Substâncias Reativas ao Ácido Tiobarbitúrico) e HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência), a fim de comparar a sensibilidade e a especificidade, além de evidenciar particularidades relacionadas às amostras avaliadas. Para tanto, foram utilizados camundongos C57BL/6j, cuja sepse foi induzida por ligação cecal seguida de punção (CLP). Posteriormente, os animais sépticos foram tratados com drogas antioxidantes para avaliar se seria possível reverter o dano de estresse oxidativo agudamente. A sepse provoca estresse oxidativo de forma diferente em cada órgão: o dano foi significativo no coração e fígado, mas não nas hemácias. Os tratamentos antioxidantes, ascorbato e tempol foram eficazes na redução de níveis de MDA nas hemácias, coração e fígado. Os resultados obtidos por diferentes metodologias para as concentrações de MDA demonstraram alta correlação e especificidade. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject estresse oxidativo pt_BR
dc.subject malondialdeído pt_BR
dc.subject choque séptico pt_BR
dc.subject HPLC pt_BR
dc.subject TBARS pt_BR
dc.subject especificidade pt_BR
dc.title Alterações das Concentrações de MDA Durante o Choque Séptico e Efeitos de Tratamentos Antioxidantes pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR
dc.contributor.advisor-co Moreira, Daniele Hummels


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