Qualidade do atendimento da Farmácia Escola UFSC pela ótica do usuário: Um estudo sobre a autopercepção de saúde e experiências reportadas
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Farias, Mareni Rocha |
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| dc.contributor.author |
Bach, Mariana |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-13T18:18:29Z |
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| dc.date.available |
2025-12-13T18:18:29Z |
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| dc.date.issued |
2025-12-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271092 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A avaliação da qualidade em serviços de saúde tem incorporado progressivamente a perspectiva do paciente como um pilar central. Este estudo teve como objetivo analisar as percepções dos usuários da Farmácia Escola da Universidade Federal de Santa Catarina (FEUFSC) sobre a qualidade do atendimento farmacêutico e sua autopercepção de saúde. Para isso, foi realizada uma aplicação integrada de instrumentos de Medidas de Experiência (PREMs) e Desfechos (PROMs) relatados pelo paciente, com uma amostra de 279 usuários da FEUFSC. A coleta de dados ocorreu em outubro de 2025, de forma presencial e remota (online). Os instrumentos utilizados foram um questionário sociodemográfico, a Escala CARE de Empatia (PREM) para avaliar a experiência do atendimento, e o PROMIS Scale v1.2 – Global Health (PROM) para mensurar a autopercepção de saúde. O perfil dos participantes foi predominantemente composto por mulheres (55,2%), com maior frequência na faixa etária de 40-49 anos (25,1%) e autodeclarados brancos (81,7%). As condições de saúde mais prevalentes foram diabetes tipo 1 (23,8%), neoplasias (9,4%) e doenças autoimunes (8,7%). Os resultados do PREM indicaram altos índices de empatia percebida no atendimento. A maioria das respostas concentrou-se nas categorias "Excelente" e "Muito Bom", com destaque para os itens relacionados à escuta ativa, interesse genuíno do profissional e respeito às preocupações do paciente. Não houve diferença estatística significativa na percepção entre os próprios pacientes e seus cuidadores/familiares. Em contraste, os resultados do PROM revelaram uma autopercepção de saúde física desfavorável: 47,2% dos pacientes classificaram-na como "Ruim" e 35,6% como "Regular". A saúde mental apresentou um panorama mais equilibrado, com 40,5% na categoria "Regular" e 38% como "Bom". O estudo evidencia que, embora os usuários relatem uma experiência de cuidado altamente positiva e empática, seus desfechos de saúde autorrelatados apontam fragilidades relevantes, especialmente no domínio físico. A articulação das ferramentas demonstrou ser uma estratégia viável e essencial para a qualificação do serviço, permitindo uma avaliação integral que subsidia a melhoria contínua das práticas assistenciais e formativas na FEUFSC. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
95 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Proms |
pt_BR |
| dc.subject |
Prems |
pt_BR |
| dc.subject |
Empatia |
pt_BR |
| dc.subject |
Saúde |
pt_BR |
| dc.subject |
Farmacêutico |
pt_BR |
| dc.title |
Qualidade do atendimento da Farmácia Escola UFSC pela ótica do usuário: Um estudo sobre a autopercepção de saúde e experiências reportadas |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Andreguetti, Rafaela Rafognatto |
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