O papel da educação física escolar na saúde mental de adolescentes
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Matias, Thiago Sousa |
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| dc.contributor.author |
Soldi, Cristine Tolfo |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-16T01:13:17Z |
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| dc.date.available |
2025-12-16T01:13:17Z |
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| dc.date.issued |
2025-12-04 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271259 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Educação Física Licenciatura. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A saúde mental dos adolescentes se tornou uma das principais preocupações da saúde pública
em nível global nos últimos anos, com um aumento notável de transtornos mentais,
especialmente após a pandemia de COVID-19. Nesse cenário, a Educação Física escolar
emerge como uma estratégia valiosa para fomentar o bem-estar psicológico durante essa fase
crucial do desenvolvimento. Este estudo teve como intuito analisar a associação entre a
participação nas aulas de Educação Física e a saúde mental de adolescentes, considerando o
tempo dedicado à atividade física e diversos indicadores de saúde mental. A pesquisa é do
tipo descritiva, transversal e correlacional, utilizando dados secundários da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2019, com uma amostra de 158.448 alunos entre 13 e 17
anos do 7º ano do ensino fundamental II ao 3° ano do ensino médio, matriculados em
instituições de ensino públicas e privadas em todo o Brasil. Os resultados indicaram que a
maioria dos participantes (63,1%) praticava menos de 45 minutos semanais de atividade física
na escola. Estudantes que praticam menos de 45 minutos semanais de atividade física
apresentaram uma chance 23% maior de ter sintomas de sofrimento mental (OR=1.23; IC
95%: 1.14-1.85), em comparação com aqueles que praticam mais. Observou-se, também, alta
prevalência de sintomas na amostra geral (50,1% relatando ansiedade frequente) e que o
grupo com piores indicadores de saúde mental era composto majoritariamente por mulheres,
adolescentes de 13-15 anos e estudantes pardos. Diante destes resultados, conclui-se que
escolares adolescentes que praticam menos atividade física nas aulas de Educação Física são
mais suscetíveis a apresentarem sintomas de sofrimento mental. As evidências apontam que a
participação regular nas aulas atua como fator protetivo e reforçam a Educação Física escolar
como um pilar para a saúde mental dos jovens, sendo fundamental para o planejamento de
políticas públicas que assegurem tempo e qualidade para a disciplina. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
44 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Educação Física Escolar |
pt_BR |
| dc.subject |
Saúde Mental |
pt_BR |
| dc.subject |
Adolescentes |
pt_BR |
| dc.subject |
Atividade Física |
pt_BR |
| dc.subject |
PeNSE |
pt_BR |
| dc.title |
O papel da educação física escolar na saúde mental de adolescentes |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Gaia, Jhonatan Wélington Pereira |
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