Cobertura Bentônica da Ilha de Santa Helena, Atlântico Sul
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Floeter, Sergio Ricardo |
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| dc.contributor.author |
Cardoso, Joeliton Silva |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-16T13:03:25Z |
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| dc.date.available |
2025-12-16T13:03:25Z |
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| dc.date.issued |
2025-12-12 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271284 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Ciências Biológicas. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Os ambientes recifais, apesar de sua pequena área, são ecossistemas cruciais, abrigando 25%
da biodiversidade marinha. A comunidade bentônica desses recifes é fundamental para a
produtividade primária e para a complexidade estrutural do habitat. Este estudo teve como
objetivo compreender a estrutura da cobertura bentônica da Ilha de Santa Helena, um
ecossistema isolado do Atlântico Sul, avaliando a influência dos gradientes de profundidade e
hidrodinamismo. Utilizamos 225 fotoquadrados coletados em três sítios com diferentes graus
de hidrodinamismo (Thompson Bay, Billy Mays e Buttermilk Point) e em dois estratos de
profundidade (slope: 5–9m e interface: 11–17m). A análise baseou-se em grupos
morfofuncionais, com a cobertura percentual quantificada utilizando o software CoralNet. Os
resultados revelaram uma dominância generalizada da Matriz de Algas Epilíticas (MAE) em
todos os locais, variando de 50% em Buttermilk Point, a 75% em Thompson Bay e Billy
Mays), indicando uma elevada produtividade primária no recife. Contudo, o hidrodinamismo
se mostrou um fator estruturante significativo. O sítio Buttermilk Point, sob maior
hidrodinamismo, apresentou a composição mais distinta, com a menor cobertura de MAE e a
maior proporção de Algas Calcárias Incrustantes (CCA;25%), sugerindo que a CCA seja mas
resistente e adaptada a essa condição. Outros componentes importantes foram as macroalgas
em Thompson Bay e zoantídeos em Billy Mays no biótopo slope. Em relação à profundidade,
a interface de Thompson Bay evidenciou a transição para o fundo arenoso, com mais
sedimento e Hydrozoa, enquanto o slope de Billy Mays foi marcado pela densidade de
zoantídeos. Concluímos que a composição bentônica da Ilha de Santa Helena é moldada tanto
pela profundidade quanto pelo hidrodinamismo, com Buttermilk Point atuando como um
contraste aos sítios mais abrigados. Embora a MAE seja dominante, variações entre outros
grupos morfofuncionais, como CCA e macroalgas, são indicadores importantes da dinâmica
ambiental e biológica local. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
26 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Ilha oceânica, Bentos, Fotoquadrados, Biogeografia, Recife Rochoso, Dorsal Meso-Atlântica. |
pt_BR |
| dc.title |
Cobertura Bentônica da Ilha de Santa Helena, Atlântico Sul |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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