Sensor eletroquímico à base de polímero molecularmente impresso para determinação de 17α-etinilestradiol em matrizes aquosas
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Brondani, Daniela |
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| dc.contributor.author |
Booz, Mariana |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-18T20:02:06Z |
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| dc.date.available |
2025-12-18T20:02:06Z |
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| dc.date.issued |
2025-12-04 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271506 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Blumenau, Química. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Contaminantes emergentes são uma nova classe de poluentes que ganharam notoriedade devido a serem liberados de forma cada vez mais significativa, associados a vários riscos ambientais, e o tratamento de água e esgoto ser insuficiente para sua remoção. Assim, é preciso aprimorar a maneira como essas substâncias são monitoradas. Sensores eletroquímicos são ferramentas para a detecção de analitos em várias áreas e vêm ganhando espaço em análises ambientais devido a sua boa sensibilidade e praticidade. Polímeros impressos molecularmente (MIPs) são usados para modificar eletrodos e oferecem elevada seletividade. MIPs são preparados por polimerização de monômeros na presença de moléculas-alvo como molde, que deixam cavidades específicas para o reconhecimento do analito. Neste trabalho, eletrodos de grafite (GE) foram modificados com filme MIP à base de (poli)alaranjado de metila para detecção do hormônio sintético 17α-etinilestradiol (EE2). Uma solução de alaranjado de metila na presença de EE2 foi eletropolimerizada sobre o GE por voltametria cíclica na faixa de –0,6 a +1,4 V (vs. Ag/AgCl). Os moldes foram extraídos, e empregou-se voltametria de pulso diferencial (VPD) para as análises do hormônio. Sob condições experimentais otimizadas, a resposta da VPD foi linearmente proporcional à concentração de EE2 em duas faixas: 1,0×10–8 até 2×10–7 mol L-1; 2×10–7 até 1,0×10–5 mol L-1, obtendo-se limite de detecção de 9,1×10–9 mol L-1. O sensor também foi empregado em estudo de interferentes, não apresentando resposta significativa para os compostos investigados na razão molar 1:1, [EE2]:[interferente]. Além disso, foi realizada a caracterização morfológica por microscopia eletrônica de varredura. Foram feitas análises em amostras de água natural, coletadas do Rio Itajaí Açu e fortificadas com EE2. Urina simulada foi produzida em laboratório para testes de determinação. As recuperações variaram de 91,7 a 109,6%. O sensor MIP apresentou bom desempenho analítico na quantificação de EE2 em amostras fortificadas (com erro relativo inferior a 10%), bem como adequada seletividade e estabilidade. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
68 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Blumenau, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Sensor eletroquímico |
pt_BR |
| dc.subject |
Polímero molecularmente impresso |
pt_BR |
| dc.subject |
Contaminantes emergentes |
pt_BR |
| dc.title |
Sensor eletroquímico à base de polímero molecularmente impresso para determinação de 17α-etinilestradiol em matrizes aquosas |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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