| dc.contributor.advisor |
Rossetto, Adriana Marques |
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| dc.contributor.author |
Andrade, Roberto Carlos Oliveira de |
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| dc.date.accessioned |
2026-02-10T23:24:49Z |
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| dc.date.available |
2026-02-10T23:24:49Z |
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| dc.date.issued |
2026 |
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| dc.identifier.other |
395671 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272140 |
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| dc.description |
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Florianópolis, 2025. |
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| dc.description.abstract |
Estima-se que a população mundial acima de 60 anos atingirá 2 bilhões de idosos em 2050. No entanto, essa longevidade enfrenta desafios referentes ao envelhecimento saudável, isto é, as principais causas de mortes no mundo são devidas a Doença do Aparelho Circulatório (DAC), que, por sua vez, apresentam fatores de riscos (modificáveis e não modificáveis). Pesquisas que relacionam cidade e saúde têm investigado características urbanas específicas e aberto vários campos do conhecimento, porém os estudos não têm se concentrado na configuração do espaço como fator potencial de deslocamento com doenças crônicas. Essa problemática nos fez levantar a seguinte questão: existe relação entre os índices de mortalidades por DAC e a configuração espacial urbana e, se sim, quais atributos da forma urbana podem revelar essa possível relação? O objetivo do trabalho foi analisar a relação entre as taxas de mortalidade por DAC e a configuração espacial das cidades médias brasileiras. A metodologia deste trabalho é do tipo hipotético-dedutivo e de natureza quantitativa. Sua organização está estruturada em quatro dimensões (mortalidade, atratividade, forma urbana e movimento), às quais foram aplicados métodos estatísticos-matemáticos, e suas análises foram baseadas nos pressupostos de Regressão Linear Múltipla. O estudo constatou que o grupo M3 possui 35 cidades, que somam 45% do total de mortes, ou seja, são cidades que, juntas, somam quase 50% do total de mortes. O grupo M1 reúne o menor percentual de mortes, ou seja, com taxas que variam entre 31,85 a 143,72, e a maioria das cidades está localizada na Região Norte. A pesquisa identificou que as variáveis de centralidade, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), densidade demográfica e Produto Interno Bruto (PIB) per capita apresentaram relevância em atrair ou distanciar potencial de deslocamento humano. Ao usar a Regressão Linear Múltipla para as variáveis da forma urbana, vimos que os indicadores quantitativos de continuidade e da forma mostraram-se válidos e confiáveis, pois, além de apresentarem significância, demonstraram ter associação com mortes por DAC. Os achados apontam que IDH, PIB per capita e indicador da forma indicam ser um modelo de Regressão Linear válido e confiável, o que foi confirmado pelos pressupostos de linearidade, igualdades das variâncias e normalidade. As limitações da pesquisa residem no fato de não relacionar consumo alimentício e estabelecimento de uma escala padrão das áreas. No entanto, futuras pesquisas poderão ampliar a compreensão sobre o tema, tomando uma cidade como objeto de estudo, identificando as mortes em doenças cardiovasculares a partir do CEP e analisando-as em um raio de 500 e 1.000 metros, a fim de ampliar o grau de precisão dos elementos que compõem a forma urbana |
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| dc.description.abstract |
Abstract: It is estimated that the world's population over 60 years of age will reach 2 billion elderly people by 2050. However, this longevity faces challenges regarding healthy aging; that is, the main causes of death in the world are Circulatory System Diseases (CSD), which in turn present risk factors (modifiable and non-modifiable). Research relating cities and health has investigated specific urban characteristics and various fields of knowledge, but studies have not focused on the configuration of space as a potential factor in the link with chronic diseases. This problem leads us to raise the following question: is there a relationship between mortality rates from Circulatory System Diseases/CSD and urban spatial configuration, and what are the attributes of urban form that can reveal this possible relationship? The objective of this work was to analyze the relationship between mortality rates from Circulatory System Diseases and the spatial configuration of medium-sized Brazilian cities. The methodology of this work is hypothetical-deductive and quantitative in nature. The organization is structured in 4 dimensions (mortality, attractiveness, urban form, and movement), where statistical-mathematical methods were applied, and the analyses were based on the assumptions of Multiple Linear Regression. The study found that group M3 has 35 cities that account for 45% of the total deaths, meaning that together they account for almost 50% of the total deaths. Group M1 has the lowest percentage of deaths, with rates ranging from 31.85 to 143.72, and most are located in the northern region. The research identified that the variables of Centrality, Human Development Index, Population Density, and GDP per capita were relevant in attracting or distancing potential human displacement. Using Multiple Linear Regression for urban form variables, we found that the quantitative indicators of Continuity and Form proved valid and reliable, as they showed significance and an association with deaths from Circulatory System Disease. The findings suggest that the Human Development Index, GDP per capita, and Form Indicator are indicative of being a valid and reliable Linear Regression model, confirmed by the assumptions of linearity, equality of variances, and normality. The limitations of the research lie in not relating food consumption and establishing a standard scale for the areas. However, future research could broaden the understanding of the topic by taking a city as a case study, identifying deaths from cardiovascular diseases based on postal code and analyzing them within a radius of 500 and 1,000 meters, thus increasing the degree of precision of the elements that compose the urban form. |
en |
| dc.format.extent |
159 p.| il., gráfs., tabs. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.subject.classification |
Arquitetura |
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| dc.subject.classification |
Cidades e vilas |
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| dc.subject.classification |
Morfologia urbana |
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| dc.subject.classification |
Sistema cardiovascular |
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| dc.title |
Forma urbana e doenças do aparelho circulatório: um estudo relacional em cidades médias brasileiras |
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| dc.type |
Tese (Doutorado) |
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| dc.contributor.advisor-co |
Saboya, Renato Tibiriçá de |
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