Das páginas às imagens: figurações da alteridade monstruosa nas traduções intersemióticas de Whale (1931) e Branagh (1994) a partir da obra Frankenstein, de Mary Shelley

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Das páginas às imagens: figurações da alteridade monstruosa nas traduções intersemióticas de Whale (1931) e Branagh (1994) a partir da obra Frankenstein, de Mary Shelley

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina
dc.contributor.advisor Cechinel, André
dc.contributor.author Pauli, Hellen Cristina Specht
dc.date.accessioned 2026-03-11T00:03:22Z
dc.date.available 2026-03-11T00:03:22Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.other 396094
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272654
dc.description Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2026.
dc.description.abstract O presente estudo aborda o romance Frankenstein (1818), de Mary Shelley, sob a perspectiva da tradução intersemiótica, analisando as adaptações cinematográficas de James Whale (1931) e Kenneth Branagh (1994). Embora produzidos em períodos distintos, ambos os filmes oferecem uma oportunidade para explorar como a monstruosidade foi representada em diferentes contextos históricos e culturais. A tradução intersemiótica, com seu caráter de recuperação e renovação, permite um novo olhar sobre o ?monstro?, tradicionalmente visto como uma figura malévola. Ao utilizar o conceito de alteridade, proposto por Emannuel Lévinas (1980), o objetivo central deste trabalho é propor uma análise sobre o monstro como sendo o ?outro?, o oposto do Eu, muitas vezes marginalizado e desprezado, mas que, sob a perspectiva da alteridade, pode ser compreendido da maneira como deve ou deveria ser concebida a ?outridade? em sua concepção radical. A partir disto, será possível observar e analisar a alteridade nesses dois filmes, que são produções importantes quando falamos em tradução intersemiótica da obra Frankenstein.
dc.description.abstract Abstract: This study examines Mary Shelley's novel Frankenstein (1818) from the perspective of intersemiotic translation, analyzing the film adaptations by James Whale (1931) and Kenneth Branagh (1994). Although produced in distinct historical contexts, both films provide an opportunity to explore how monstrosity has been represented across different cultural and historical settings. Intersemiotic translation, with its focus on recovery and renewal, offers a new perspective on the 'monster,' traditionally viewed as a malevolent figure. By applying the concept of alterity, as proposed by Emmanuel Lévinas, this analysis reflects on the monster as the 'other,' the opposite of the self, often marginalized and despised. However, through the lens of alterity, the monster can be understood as it should or ought to be the other in its essence, freely assuming its identity. From this standpoint, it becomes possible to observe and analyze alterity in these two films, which are significant productions when discussing the intersemiotic translation of Frankenstein. en
dc.format.extent 156 p.| il.
dc.language.iso por
dc.subject.classification Tradução e interpretação
dc.title Das páginas às imagens: figurações da alteridade monstruosa nas traduções intersemióticas de Whale (1931) e Branagh (1994) a partir da obra Frankenstein, de Mary Shelley
dc.type Dissertação (Mestrado)


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