O enigma jurídico das pessoas portadoras de transtorno de personalidade antissocial (psicopatia): O limite da responsabilidade penal
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dc.contributor |
UFSC |
pt_BR |
dc.contributor.advisor |
Dal Ri Júnior, Arno |
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dc.contributor.author |
Silva, Luíza Raimundo da Silva |
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dc.date.accessioned |
2024-09-08T20:02:36Z |
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dc.date.available |
2024-09-08T20:02:36Z |
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dc.date.issued |
2024-09-08 |
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dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259206 |
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dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.
Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro de Ciências Jurídicas. Departamento de Direito. |
pt_BR |
dc.description.abstract |
Esta investigação se propõe a realizar uma análise da concepção de inimputabilidade penal e sua respectiva aplicação no ordenamento jurídico brasileiro, com foco particular na condição dos indivíduos portadores do transtorno de personalidade antissocial, popularmente conhecidos como psicopatas. Nesse sentido, objetiva-se examinar a natureza da psicopatia e sua influência nas vontades e condutas daqueles acometidos por esse transtorno. A pesquisa busca, ainda, elucidar a perspectiva jurídica acerca da capacidade de compreensão e manifestação de vontade dos portadores do transtorno de personalidade antissocial, a fim de avaliar seu grau de culpabilidade e determinar se devem ser considerados imputáveis ou inimputáveis à luz do Direito Penal brasileiro.
A presente pesquisa adotou uma abordagem metodológica de revisão bibliográfica, explorando as disposições normativas previstas no Código Penal de 1940 do Brasil, bem como destacadas contribuições de estudos criminológicos renomados e definições médicas internacionais sobre o transtorno de personalidade antissocial.
Constatou-se que a determinação do grau de culpabilidade dos psicopatas apresenta-se como uma questão profundamente relativa, variando de acordo com o processo e a jurisdição competente. Trata-se, atualmente, de um tema de elevada complexidade, cuja decisão o Direito tende a delegar a peritos especializados em psiquiatria, resultando em uma aplicação oscilante da imputabilidade no contexto jurídico brasileiro.
Conclui-se, portanto, que a questão da imputabilidade penal aplicada às pessoas portadoras de transtorno de personalidade antissocial é intrinsecamente complexa e controversa, situada na intersecção entre o Direito e a Medicina. Não se verifica, até o presente momento, um consenso definitivo entre essas áreas, o que gera incertezas significativas sobre o tema, acarretando em decisões que dependem amplamente da discricionariedade do magistrado e do parecer técnico do perito no caso concreto. |
pt_BR |
dc.format.extent |
Vídeo. |
pt_BR |
dc.language.iso |
por |
pt_BR |
dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
dc.subject |
inimputabilidade |
pt_BR |
dc.subject |
psicopata |
pt_BR |
dc.subject |
direito penal |
pt_BR |
dc.subject |
transtorno de personalidade antissocial |
pt_BR |
dc.subject |
criminologia |
pt_BR |
dc.title |
O enigma jurídico das pessoas portadoras de transtorno de personalidade antissocial (psicopatia): O limite da responsabilidade penal |
pt_BR |
dc.type |
Video |
pt_BR |
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