A estética do Proerd: um ensaio sócio-antropológico
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Santos, Flavia Medeiros |
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| dc.contributor.author |
Klinkerfus, Jo Pedro Barros |
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| dc.date.accessioned |
2026-03-26T16:59:26Z |
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| dc.date.available |
2026-03-26T16:59:26Z |
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| dc.date.issued |
2026-03-25 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273003 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Ciências Sociais. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O presente trabalho é um estudo sócio-antropológico dos documentos de comunicação e publicidade, em formato de vídeo, produzidos pela Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) acerca do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) no estado de Santa Catarina veiculados e arquivados no canal de YouTube oficial da corporação, o PMSC Oficial, entre 2012 e 2025. O Proerd é um dos programas de prevenção da PMSC, trazido para o Brasil em 1992 como uma adaptação do programa estadunidense Drug Abuse Resistance Education (D.A.R.E.), o qual leva policiais para escolas de educação básica para que ministrem um curso de prevenção e combate à violência no cotidiano e ao uso de drogas por meio da apresentação dos efeitos de diferentes substâncias lícitas e ilícitas através de materiais didáticos, aulas expositivas, canções e danças. O estudo se baseou em um trabalho de etnografia visual de tela a partir do conteúdo dos vídeos e análise do meio digital em que essas peças publicitárias estavam arquivadas, tomando como base teórica as contribuições sócio-antropológicas dos estudos de segurança pública, representações sociais das instituições de segurança e de estética. O trabalho está dividido em duas partes, uma voltada para a contextualização e enquadramento da pesquisa e uma para a análise dos materiais. Nos primeiros capítulos apresento o Proerd e sua história de implementação no Brasil e no estado de Santa Catarina; defino o enquadramento da pesquisa a partir de um debate acerca das teorias de representação social, simulação e estética e; descrevo os procedimentos metodológicos empregados no trabalho. Nos capítulos finais são tecidos diferentes argumentos a partir do material etnográfico que envolvem análises sobre a centralidade da categoria “família” nos materiais do Proerd; o enquadramento narrativo moral do programa como o “bem” na luta do bem contra o mal; a utilização do mascote do programa, o Leão Daren, como personificação de uma imagem positiva das forças policiais para um público infantil; as qualidades imperialistas, capitalistas e racistas dentro da produção de estética desses documentos e; a categorização do programa e de suas comunicações como formas de tecnologia de produção de propaganda política pró-polícia – formas de tecnocopaganda. Nas considerações finais, retomo os debates do trabalho e indico caminhos para o desenvolvimento de novas pesquisas acerca da produção estética das forças de segurança pública. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
164 |
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| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Polícia Militar de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.subject |
Copaganda |
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| dc.subject |
Proerd |
pt_BR |
| dc.subject |
Estética |
pt_BR |
| dc.title |
A estética do Proerd: um ensaio sócio-antropológico |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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