Rota de agrotóxicos UE-Brasil: o paradoxo entre comércio e sustentabilidade

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Rota de agrotóxicos UE-Brasil: o paradoxo entre comércio e sustentabilidade

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Moura, Aline Beltrame de
dc.contributor.author Pereira, Maria Laura
dc.date.accessioned 2026-01-14T11:42:00Z
dc.date.available 2026-01-14T11:42:00Z
dc.date.issued 2025-11-19
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271785
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Direito. pt_BR
dc.description.abstract O presente trabalho analisa o paradoxo existente entre o discurso de sustentabilidade da União Europeia e sua prática comercial internacional, tomando como estudo de caso a rota de exportação de agrotóxicos da UE para o Brasil. O bloco europeu é uma referência global em governança ambiental e saúde pública, entretanto a sua atuação comercial revela contradições com esta posição vanguardista, pois permite a produção e exportação de substâncias químicas para países do Sul global, com especial enfoque no Brasil. A pesquisa parte da hipótese de que tal prática poderia configurar um colonialismo químico, perpetuando dinâmicas de dependência econômica e injustiça ambiental. Utiliza-se o método dedutivo e abordagem empírico-qualitativa, com base em revisão bibliográfica, análise normativa e dados de comércio internacional. Examina-se o desenvolvimento histórico da política ambiental da União Europeia, as inovações dos acordos de livre comércio de nova geração, especialmente o Acordo de Associação UE-Mercosul – em processo de negociação – e o rigor regulatório interno europeu e a permissividade das exportações destinadas ao Brasil, maior consumidor mundial de agrotóxicos. Conclui-se que, apesar da política de sustentabilidade e dos compromissos assumidos no âmbito multilateral, persistem desafios relevantes para um maior alinhamento entre a política externa europeia e os objetivos econômicos e responsabilidades ambientais globais. pt_BR
dc.description.abstract This paper analyses the paradox between the European Union's discourse on sustainability and its international trade practices, using the export route of pesticides from the EU to Brazil as a case study. Although the European bloc is a global reference in environmental governance and public health, yet its commercial activities reveal contradictions with this avant-garde position, as it allows the production and export of chemicals to countries in the global South, with a special focus on Brazil. The research is based on the hypothesis that this practice could constitute chemical colonialism, perpetuating dynamics of economic dependence and environmental injustice. It uses a deductive method and an empirical-qualitative approach, based on a literature review, normative analysis and international trade data. It examines the historical development of the European Union's environmental policy, the innovations of the new generation of free trade agreements, especially the EU-Mercosur Association Agreement – currently under negotiation – and the strictness of European internal regulations and the permissiveness of exports to Brazil, the world's largest consumer of pesticides. It concludes that, despite the sustainability policy and commitments made at the multilateral level, significant challenges remain for greater alignment between European foreign policy and global economic objectives and environmental responsibilities. pt_BR
dc.format.extent 79 f. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject União Europeia pt_BR
dc.subject agrotóxicos pt_BR
dc.subject colonialismo químico pt_BR
dc.subject European Union pt_BR
dc.subject pesticides pt_BR
dc.title Rota de agrotóxicos UE-Brasil: o paradoxo entre comércio e sustentabilidade pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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Trabalho de Con ... - Maria Laura Pereira.pdf 2.356Mb PDF View/Open TCC

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